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    Resumo da Semana: ACORDO COMERCIAL ENTRE CHINA E EUA, CRISE NA ARGENTINA, PIB BRASILEIRO E AMAZON BRASIL

    O índice Ibovespa encerrou a última semana registrando 101.135 pontos, o que representou, na última sexta-feira (30), uma variação positiva de +0,61%. Na semana, a valorização do principal índice das ações negociadas na bolsa de valores brasileira teve uma alta de +3,55%. Em 2019, o índice segue positivo, com alta relevante desde os primeiros meses do ano. Até o momento, o Ibovespa apresenta uma valorização de +15,07%.

    Já o Ifix – o índice de referência dos Fundos de Investimentos Imobiliários – segue ainda se provando como uma excelente alternativa de entrada no mercado de renda variável para os investidores iniciantes, dada a sua baixa volatilidade histórica. Na última sexta-feira, por exemplo, o índice encerrou o dia aos 2.657 pontos, o que representou uma alta de +0,65% no dia. Na mesma semana e no acumulado de 2019, a variação do índice segue em +1,11% e +12,97%, respectivamente.

    Acordo comercial com China retornará em breve, diz Trump.

    Trump mostrou-se otimista em relação ao desejo da China de querer um acordo. “A China ligou ontem à noite para o nosso principal representante e disse: ‘voltemos à mesa’, então voltaremos à mesa. Acho que eles querem fazer alguma coisa. Acho que vamos ter um acordo”, disse o presidente americano Donald Trump.

    • A declaração ocorreu durante o encerramento do G-7, em Biarritz, na França;
    • Trump também afirmou que acredita que chegará a um acordo comercial com a União Europeia sem precisar tarifar a importação de carros europeus;
    • Além disso, o principal negociador chinês, Liu He, afirmou estar disposto a “resolver o problema com calma por meio de consultas e cooperação”;
    • Na última sexta-feira (23), a escalada de tensões da disputa comercial foi elevada devido ao pedido de Trump de que empresas norte-americanas encerrassem suas operações no país oriental.

    Argentina requisita moratória ao Fundo Monetário Internacional.

    Nesta quarta-feira (28), o presidente argentino Mauricio Macri pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a moratória em relação aos vencimentos da dívida da Argentina de US$ 56 bilhões, que começarão em 2021.

    • Medida é uma tentativa de aliviar o mercado cambial;
    • Segundo o ministro da fazenda do país, Hernán Lacunza, não há previsão para negociar mudanças nos juros ou nos débitos a serem pagos;
    • Nessa quinta-feira (30) a agência de classificação de risco, S&P Global Ratings, mudou positivamente o rating de crédito da Argentina a longo prazo, passando de “SD” para “CCC- “com perspectiva negativa;
    • A justificativa da agência é que a moratória decretada na última quarta-feira (30) constitui um default.

    PIB do segundo trimestre cresce 0,4% e supera expectativas.

    O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no segundo trimestre registrou um crescimento de 0,4%. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (29) pelo IBGE.

    • O crescimento do PIB surpreendeu os analistas, que previam uma expansão de apenas 0,2%;
    • Em comparação ao segundo trimestre de 2018, o avanço foi de 1%. No acumulado do ano, a alta é de 0,7%.
    • O resultado foi impulsionado pelos ganhos do setor industrial (0,7%) e serviços (0,3%). Por outro lado, a agropecuária recuou 0,4%;
    • O desempenho positivo afetou o temor de uma recessão técnica, caracterizada por dois recuos seguidos na comparação com os três meses imediatamente anteriores – no primeiro trimestre de 2019, o PIB recuou 0,1%;
    • A taxa de desemprego no país retraiu para 11,8% no período encerrado em julho. É a quarta queda consecutiva em relação aos meses anteriores. No mesmo período do ano passado, ela estava 12,3%.

    Amazon aumenta portfólio no Brasil

    A Amazon aumentou o número de produtos comercializados no Brasil. Há 7 meses, a empresa começou a trabalhar com estoque de 120 mil itens, além de livros, realizando a venda direta dos itens ao consumidor.

    • Na última quinta-feira (29), a Amazon declarou que esse montante agora alcança pouco mais de 200 mil produtos, reportando uma alta de quase 70%;
    • Segundo Alex Szapiro, diretor-geral, a companhia vem ampliando a carteira com produtos que “resolvem o problema dos clientes”;
    • “A gente não tem pressa. O que acontece nos EUA demorou 25 anos. Parte da cultura é fazer bem feito, e isso é mais importante do que fazer rápido”, afirmou Szapiro.