Por: Tiago Reis

Radar do Mercado: B3 (B3SA3) – Rumo à um milhão de investidores!

A B3 – Brasil, Bolsa, Balcão (B3SA3) divulgou ontem (12) os seus destaques operacionais referentes ao último mês de janeiro e, segundo a companhia, o número de investidores ativos, no Brasil, atingiu a marca dos 880.361, o que representou uma alta de 5,4% em relação a dezembro desse ano, ou seja, ao mês anterior, quando o número era de 811.547 investidores.

Já na comparação com o mesmo período do ano passado, a variação foi ainda mais expressiva, haja vista que, no período de um ano, a alta na quantidade de investidores ativos na bolsa foi de 37,1%.

Outro ponto de destaque dos números da B3 se fez através do volume financeiro médio diário no segmento Bovespa em relação ao mercado à vista e ao mercado de opções, que variaram, respectivamente, 66,5% e 57,6% frente ao mesmo período do ano passado.

Por fim, a quantidade de empresas listadas na bolsa de valores diminuiu frente a janeiro de 2018, passando a apresentar 397 empresas.

 

De acordo com os dados divulgados pela B3, é possível subentender que tanto o mercado de renda variável e como a quantidade de investidores interessados nesse tipo de aplicação financeira vem se mostrando crescente nos últimos meses, o que pode representar um maior volume de operações por parte da B3 e, por consequência, maiores receitas operacionais e melhores resultados para a companhia.

Nós, da Suno Research, nos sentimos muito animados com a ascensão de tal número.

Quem nos acompanha em nossas redes sociais tem acompanhado a nossa dedicação para que esse número chega a 1 milhão de investidores o quanto antes.

Não mediremos esforços para atingirmos essa meta o quanto antes.

Em relação ao business, tais números, aliados ao fato de ser a B3 uma excelente empresa, que apresenta uma geração de caixa consistente e que, basicamente, não possui competição em sua atuação, além de possuir uma situação de dívida líquida bastante confortável (negativa, ou seja, a empresa possui mais caixa do que dívida bruta), nos fazem apreciar ainda mais o case, o qual vislumbramos que possui um horizonte bastante promissor com a atual conjuntura de juros “baixos” e em um cenário de reaquecimento da economia.

Além disso, quando parte de sua dívida começar a ser “digerida” de maneira mais representativa, é muito possível que a empresa apresente ainda mais capacidade de gerar caixa e, por conta disso, entendemos que no médio prazo boa parte de seus resultados possam ser repassados a seus acionistas como forma de dividendos quando a sua alavancagem naturalmente começar a diminuir.

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.

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