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    Fiikipedia: EVOLUÇÃO DA GESTÃO NO BRASIL – PARTE 1/2

    Nesta semana, faremos uma LIVE bem “diferente” do habitual. Trarei 02 convidados especiais para que possamos fazer contrapontos em relação às suas visões quanto a (não) investirem em FIIs. Entendo que dentro de um processo educacional, ter visões mistas e conhecer os riscos é fundamental para o sucesso previdenciário.

    LIVE – SUNO RESPONDE (18/07/2019 às 21h)


    Arthur Svidzinski tem a formação em farmácia e bioquímica e trabalha como Perito Criminal na área de Genética Forense. Há mais de 10 anos conheceu o mercado de ações e se interessou em utilizá-lo como ferramenta para acúmulo de patrimônio e fonte de renda passiva. Desde então, tem dedicado a aprimorar seus conhecimentos em análises de balanços e estratégias de composição de carteiras. Já investiu em ações, renda fixa, fundos imobiliários, e operações estruturadas de opções, embora hoje foque os seus investimentos em uma carteira diversificada de ações. Desde o começo de 2019 decidiu compartilhar o seu conhecimento e as suas experiências criando um canal no Youtube (https://bit.ly/2O03FAd) e produzindo vídeos sobre análises de balanços e conteúdos relacionados a investimentos em ações.

    João Bosco Oliveira Júnior (“MILLE”) é consultor do Bastter.com há 10 anos, ministra curso de Análise Fundamentalista por todo o Brasil e é autor dos livros abaixo:

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    A indústria de Fundos Imobiliários tem se desenvolvido de forma rápida no Brasil e, de alguma forma, entendo que todo nosso esforço (quase que) diário visa ampliar a visão (e a leitura) sobre os ativos disponíveis.

    É um trabalho lento e exige esforço por parte de todos envolvidos. No entanto, se queremos um mercado forte, temos de ter comprometimento com o nosso patrimônio, afinal, Administradores e Gestores cuidam da renda mensal paga ao cotista.

    No artigo desta (e na próxima) semana, quero fazer uma provocação quanto à evolução da Gestão dos FIIs.

    Entre 2000 e 2010, vimos a presença dos Gestores Passivos. Atenção: o termo “passivo” aqui não indica que este Gestor não faz nada. Por outro lado, todo movimento maior exige aprovação em assembleia, visto que o mandato do Regulamento é mais rígido (engessado).

    Nada contra, mas perceba que as ações (preventivas e corretivas) se tornam mais onerosas do ponto de vista estratégico.

    Entre 2010 até o presente momento, vimos a chegada em massa dos Gestores Ativos, isto é, possuem mandatos amplos e Regulamentos flexíveis. Em alguns casos, inclusive, os Administradores possuem pré-autorização para novas emissões, sem a necessidade de aprovação em assembleia.

    A grande questão: até que ponto os Gestores Ativos conseguiram resultados históricos melhores do que os Passivos? Fazendo um contraponto: isto quer dizer que os Passivos serão sempre melhores dos os Ativos? Em minha leitura, não.

    O mercado trabalha para que que os Gestores se tornem cada vez mais ativos. Porém, temos de avaliar os erros do passado e procurar corrigi-los de tal forma que tenhamos mais efetividade nesta próxima década.

    Isto posto, na próxima semana, trarei a segunda parte deste Artigo, onde falarei sobre GESTÃO PARTICIPATIVA. Em minha leitura pessoal, é para onde os FIIs deverão caminhar ao longo da próxima década.

    E, por fim, lembre-se de acessar a nossa playlist no canal do Youtube, que visa mapear os principais FIIs do mercado

    Marcos Baroni
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