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    COE: saiba tudo sobre esse tipo de investimento estruturado

    COE: saiba tudo sobre esse tipo de investimento estruturado

    Qualquer pessoa que queira investir os seus recursos em um COE, ou Certificado de Operações Estruturadas, deve saber que o risco é uma característica presente em qualquer tipo de aplicação financeira.

    No entanto, o COE é um tipo de produto lançado no mercado com o  intuito, ou pelo menos é o que dizem seus emissores, de diminuir as possibilidades de fracasso de investimentos. Isso não quer dizer, no entanto, que ele seja um bom produto para se investir.

    O que é COE?

    O COE é um produto financeiro que une, de forma estruturada, operações de renda fixa com uma operação em renda variável. O significado de COE é Certificado de Operações Estruturadas, mas o produto também pode ser conhecido apenas como Notas Estruturadas.

    Ele se apresenta como uma alternativa viável para as pessoas que têm muita aversão a riscos, mas que desejam expandir seu capital por meio do mercado financeiro. Contudo, é necessário ficar atento às desvantagens que o produto traz consigo.

    O Produto é relativamente novo no mercado, isso porque sua regulamentação só foi aprovada em 2013 e colocada em vigor em 2014, sendo que as primeiras emissões ocorreram em 2015.

    Porém, em alguns mercados mais maduros, como nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, os diferentes modelos de COE são consumidos há muito mais tempo por investidores. No Brasil as vendas de Certificados de Operações Estruturadas só começaram a ser intensificadas pelas corretoras em 2017 e 2018.

    O grande diferencial deste investimento financeiro é que ele é híbrido, ou seja, pode ter renda fixa ou variável simultaneamente. Isso é possível pois estes ativos são atrelados a indexadores que podem variar de acordo com o perfil e interesse do investidor, tais como: índices, moedas, ações brasileiras e internacionais, commodities e muitas outras.

    O COE é um tipo de de investimento envelopado, portanto, quando o investidor escolhe um COE, ele está investindo em um conjunto de outros ativos. Nesse sentido, em primeiro lugar, o investidor deve observar se os ativos que pertencem ao COE são adequados ao perfil do investidor.

    Por isso, todo Documento de Informações Essenciais (DIE) de um COE traz informações sobre suitability para investidores.

    Ao investir em COE o dinheiro aplicado é, então, distribuído entre todos os ativos dentro dele, podendo ser de renda fixa ou variável. O DIE traz ainda informações sobre o limite de rentabilidade, algo que vamos falar mais adiante.

    Tipos de COE existentes

    Em relação ao risco, existem dois tipos de COEs disponíveis no mercado.

    • COE de Capital Garantido
    • COE de Capital de Risco

    COE de Capital Garantido

    Nessa modalidade o investidor não perde o capital investido. Ou seja, se o  capital aplicado foi de R$ 1.000, ao final do prazo o investidor receberá pelo menos R$ 1.000. O investidor pode, então, ter rentabilidade zero, no entanto, não perderá seu capital.

    COE de Capital de Risco

    No caso do capital de risco o investidor pode perder o capital investido, porém seu prejuízo não pode ultrapassar esse valor.

    Suponha que o investidor aplicou R$ 1.000, então em caso de performance negativa do COE ele pode perder todo seu capital chegando ao saldo igual a zero, porém não ficará com saldo negativo.

    Dessa forma, com limite de perda e rentabilidade definidos, é possível fazer projeções mais realistas para o resultado do investimento em COE.

    Características de um COE

    Além dos tipos de COE disponíveis, esse tipo de investimento possui ainda outras características bastante específicas; a saber:

    1. Emissão
    2. Investimento mínimo
    3. Custos
    4. Garantia

    Emissão

    Os COEs só podem ser emitidos por bancos, porém, uma vez emitidos podem ser distribuído por corretoras.

    É importante que o investidor estude sobre o banco emissor antes de fazer uma aplicação. Isso pode auxiliar para a escolha de instituições consolidadas e, assim, minimizar riscos de não pagamento por parte do banco.

    Investimento Mínimo

    O COE é um dos produtos que exigem maior nível de aporte inicial. Em geral são permitidos pelas instituições, investimentos mínimos R$ 1.500. Porém esse valor pode variar de acordo com o estabelecido por cada uma delas.

    Custos

    Os COEs não possuem taxa de administração, custódia ou performance.

    Em contrapartida, existe um custo associado, que pode ser muito alto, o spread na volatilidade implicada do Black & Scholes (modelo de precificação de ações). O spread em sí é a diferença entre o preço do custo para o emissor/distribuidor e o preço praticado junto ao consumidor.

    É aqui que entra o grande problema da maioria dos COEs que vem sendo distribuídos no mercado. Nem sempre esses custos ficam claros para o consumidor final, mas acabam sendo maiores que em produtos de investimento em geral.

    Esse é o principal motivo para que o Certificado de Operações Estruturadas tenha se tornado o produto mais oferecido por corretoras e bancos para os seus clientes nos últimos tempos. Qualquer pessoa que tenha conta nessas instituições certamente recebeu e-mails ou ligações tratando de tal produto, ou foi abordado por seu agente autônomo de investimentos ou gerente falando sobre isso.

    E por que é tão difícil precificar o COE?

    Embora a lógica pareça fácil, o investidor que quiser conhecer os números reais por trás do spread que é direcionado para a instituição financeira que oferece o produto precisa saber precificar opções. E aí que as coisas se complicam…

    A maioria esmagadora dos investidores do Brasil não sabe o que é Black & Scholes, e, por isso as chances de conseguir calcular o spread de um COE é mínima.

    Nesse sentido, o conselho em relação aos COEs é: Não invista se você não sabe o que Black & Scholes

    Garantia

    Os COEs não são garantidos pelo Fundo de Garantidor de Crédito (FGC). Portanto, ainda que os dois tipos de COEs ofereçam algum nível de segurança, nada garante que o banco ou corretora repassará o capital investido em casos extremos, como falência, por exemplo.

    Como funciona o Certificado de Operações Estruturadas?

    Um COE é montado a partir da combinação entre um título de dívida emitido por instituições financeiras e outros ativos, que podem ser um único patrimônio, uma cesta de ações, taxas de juros, commodities ou moedas estrangeiras.

    Nesse sentido, seu retorno está atrelado ao desempenho do ativo, ou grupos de ativos que fazem parte da sua composição.

    Veja o infográfico com essa explicação:

    Fonte: Suno Research. Aproveite para compartilhar nosso conteúdo, mas não se esqueça de colocar link para a fonte original!

    O mecanismo que permite ao investidor proteger seu capital em COE é baseado no fato de instituição financeira geradora deste ativo usar parte da porcentagem do capital investido para ser aplicado em renda fixa durante o tempo predeterminado de resgate do investimento.

    Enquanto isso, o  restante do capital investido é usado pelo banco para fazer aplicações do seu interesse.

    Exemplo de COE

    Suponha que um investidor decida aplicar R$ 10.000 em um COE baseado na variação do dólar com prazo de vencimento de um ano.

    Nesse cenário, a instituição responsável pelo ativo usa parte desse valor – por exemplo, R$9.000 – para aplicação em títulos para que, ao final do período, tenha garantido R$1.000 de rentabilidade.

    Dessa maneira, o capital investido inicialmente está seguro, ainda que o dólar venha a perder valor.

    Enquanto isso, a parcela que não foi aplicada em títulos – R$1.000, nesse caso – é destinada aos indexadores que o investidor julgou serem interessantes de acordo com sua predisposição ao risco (neste caso, o dólar).

    Assim, o percentual aplicado em renda fixa pela instituição tem por objetivo a reestruturação do capital inicial provido pelo investidor, ao passo que o restante do montante investido visa buscar ampliação deste patrimônio.

    A base de investimento deve sempre estar de acordo com o perfil de risco do investidor conhecido pela instituição financeira.

    Na maior parte das vezes, o capital destinado à que não é destinado à renda fixa é aplicado em ações ou outros ativos estrangeiros não negociados na bolsa brasileira. Portanto, pouco conhecidos pelos investidores brasileiros.

    Nesse contexto, antes investir em COE, cabe questionamentos a respeito do conhecimento sobre o ativo, tanto por parte do investidor, quanto por parte de quem montou o COE.

    Qual é o rendimento do COE?

    Ao emitir um Certificado de Operações Escrituradas o banco emissor projeta cenários de um ativo ou indexador. Portanto, a rentabilidade do COE está sempre atrelado a uma cotação.

    Essa cotação pode ser de moedas estrangeiras – como no caso do exemplo anterior que usamos o dólar – índices de bolsas estrangeiras, commodities, o próprio Ibovespa ou ainda ações de empresa estrangeiras, como ocorre com bastante frequência.

    Nesse sentido, não há garantias de qual será a rentabilidade exata do COE. Contudo, como a perda é limitada e a rentabilidade também, é possível delimitar o intervalo de de lucro do COE.

    Exemplo de limite de rentabilidade do COE

    Por exemplo, num cenário semelhante ao do exemplo anterior, o investidor aplicou seu capital (R$ 10.000) em um COE indexado ao dólar com limite de ganho de 10%.

    Nesse contexto, ainda que a moeda americana tenha apresentado uma valorização de 20% ao final do período, o investidor receberá apenas o seu capital investido acrescido de 10%.

    Nesse caso, o total recebido será R$ 10.000 mais 10% de R$ 10.000, somando R$ 11.000 (10.000 + (10% x 10.000) = 11.000).

    Exemplo de perda do COE

    Na contramão, caso o dólar tenha passado por uma desvalorização de 20%, o investidor receberia ao final do período – em caso de aplicação num COE capital garantido – apenas o total do capital aplicado.

    Caso o escolhido fosse um COE de capital de risco, o investidor receberia o inicial aplicado, descontado o valor da perda. Vale lembrar aqui que a perda é limitada ao valor inicial do investimento.

    Portanto, é possível perceber com exemplos que, mesmo que o ganho tenha sido muito alto, nem toda rentabilidade é repassada ao investidor.

    Por outro lado, em caso desvalorização do indexador, ainda que todo o montante inicial estivesse garantido, ou ainda tenha sido acrescido de juros provenientes dos investimentos em renda fixa, o investidor receberá no máximo seu capital inicial.

    Assim, a melhor solução para corrigir falhas do COE, pode ser o próprio investidor montar uma carteira diversificada para os seus investimentos. Dessa forma, pode garantir rentabilidade com a segurança da renda fixa somada aos maiores ganhos do mercado de renda variável. E ainda terá todo o conhecimento a respeito das taxas cobradas sobre seu investimento.

    Vantagens e desvantagens do COE

    Certificado de operações estruturadas

    Assim como a maior parte dos produtos financeiros, existem vantagens e desvantagens no COE. No entanto, ao mesmo passo em que as vantagens são bastante destacadas (principalmente por quem vende esse tipo de produto), algumas desvantagens são camufladas.

    Vantagens

    • Segurança
    • Opções em renda variável
    • Internacionalização

    Segurança

    O Investimento em COE pode trazer segurança para os investidores, ou, pelo menos a sensação de segurança. No mercado estão disponíveis dois tipos de COE, sendo que na modalidade menos segura, COE de capital de risco, o maior prejuízo que o investidor pode ter é igual ao valor do investimento inicial.

    Na modalidade “mais segura”, COE de capital seguro, a instituição garante que ao final do período, pelo menos todo o capital inicial será devolvido ao investidor.

    Nesse caso, cabe o investidor se perguntar: será que receber apenas o capital que aportei em troca de uma expectativa de ganho que não se realiza na maioria das vezes é sinônimo de segurança?

    Isso porque, ainda que o dinheiro do investidor estivesse na poupança, que nem sequer pode ser considerado um investimento, ele seria remunerado a uma taxa em 70% do valor da taxa Selic, mais a taxa referencial.

    Ou seja, mesmo o COE capital garantido faz com que o investidor perca poder de compra, já que ele renderia menos do que a inflação do período.

    Ainda em relação à segurança, é necessário destacar que o COE não é coberto pelo FGC. Por isso, antes de considerar investir em Certificados de Operações Estruturadas, o investidor deve buscar maior quantidade de  informações sobre o banco emissor.

    Opções em renda variável

    Uma das mais interessantes vantagens do COE é que ele consegue abranger investidores de diferentes perfis, isso porque, tendo o capital inicial garantido, investidores mais conservadores podem ainda manter aplicação em renda variável.

    O investidor pode ter capital aplicado em commodities, ETFs, índices, ativos internacionais, moedas estrangeiras, entre outros.

    Internacionalização

    Por meio do COE é possível fazer investimentos em ações negociadas no exterior sem a necessidade de abrir uma conta fora do país. Além disso, outro ponto facilitador, é que as negociações são todas feitas em real.

    Tal possibilidade só seria possível para o investidor brasileiro por meio de BDRs, mas para isso o investidor precisa se declarar qualificado.

    No entanto, se o objetivo do investidor é somente internacionalizar sua carteira, existe o IVVB11, um fundo de índice que replica o S&P500 e pode ser acessado do Brasil.

    Desvantagens do COE

    • Falta de clareza sobre os custos
    • Falta de garantia
    • Limite de Rendimento
    • Baixa Liquidez

    Falta de clareza sobre os custos

    Como tratei alguns parágrafos acima, o principal problema sobre o COE é o fato de que seu custo na maioria das vezes não fica claro ao investidor.

    Como ele mistura renda fixa e renda variável, inclusive operando com opções, a precificação dada a essas opções pode esconder uma “sobretaxa” para quem está comprando esse investimento “envelopado”.

    A precificação das opções é calculada usando a fórmula matemática de Black & Scholes. Mas uma pequena diferença nos números esperados de retorno pode fazer com que o produto renda muito mais para o emissor do que rende para o investidor, que é, de fato, quem está colocando o dinheiro. Por isso, repito: não invista em COEs se não sabe fazer Black & Scholes.

    Falta de  garantia

    Ainda que a instituição financeira ofereça garantias em relação ao seu investimento inicial, o COE não é garantido pelo FGC. Portanto, em casos adversos, como falência do banco emissor, nada garante que o recebimento do montante aplicado.

    Limite de rentabilidade

    Todo DIE do COE apresenta um valor de alavancagem ou barreira de baixa, esse valor indica o limite da rentabilidade do COE. Nesse sentido, por mais que o COE tenha uma rentabilidade maior do que o limite, o lucro do investidor é limitado ao valor acordado no contrato.

    Esse é um dos principais fatores pelos quais investir no mercado de maneira autônoma pode ser mais vantajoso: o investidor fica com toda a rentabilidade.

    Baixa Liquidez

    Em geral, o COE é um produto de baixa liquidez, por isso, a maior parte dos casos, só é possível retirar o dinheiro investido na data do vencimento do contrato.

    Portanto, antes de aplicar capital nesse tipo de investimento, o investidor deve analisar quais são seus objetivos em relação à prazos, e por quanto tempo pode deixar o dinheiro preso em um investimento.

    Tributação do COE

    tributação de COE

    Assim como grande parte dos ativos negociados no mercado financeiro, o COE também é tributável. Para este tipo de investimento, a tributação é a mesma aplicada em investimentos de renda fixa.

    Nesse caso, o IOF penaliza investimentos de curto prazo, que vencem ou são resgatados antes do período determinado. Quanto menos dias o dinheiro tiver ficado aplicado, maior será a alíquota de imposto de renda.

    Segue a tabela de tributação aplicada ao COE

    • 22,5%: investimentos com prazo de até 180 dias;
    • 20%: investimentos com prazo de 181 dias até 360 dias;
    • 17,5%: investimentos com prazo de 361 dias até 720 dias
    • 15%: investimentos com prazo de acima de 720 dias

    Esse modelo de tributação pode ser considerado uma vantagem tributária. Isso porque o COE é geralmente estruturado pelas instituições financeiras de um lado com um derivativo do ativo financeiro a que ele está atrelado – uma opção de dólar, por exemplo – e no outro lado há algum investimento de renda fixa.

    No sentido contrário, vale destacar que o COE, muitas vezes faz aplicações em ações ou outros ativos com prazo menor, mesmo assim, a taxação se mantém nos moldes da renda fixa.

    Portanto, se o investidor fica menos de seis meses em um certificado de operações estruturadas, pagará 22,5%, ao passo que tivesse aplicação em ações, por exemplo, pagaria um imposto bem menor.

    Isso porque, o imposto sobre ações praticado no Brasil é calculado sobre o ganho de capital. A alíquota cobrada varia de acordo com o tipo de operação praticada. Em geral, o Imposto de Renda é de 15%. No entanto, esse valor sobe para 20% para as operações de day trade

    Dessa maneira, no que tange à tributação, há controvérsias sobre modelo de taxação regressiva ser ou não vantajoso. Apesar disso, esse é sempre um dos principais pontos apresentados pela instituições que desejam vender esse tipo de produto.

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    Investir em COE vale a pena?

    Percebe-se que, no universo dos investimentos, diversas são as alternativas disponíveis. Essa diversificação é necessária para abranger os mais variados perfis de aversão ao risco que, como se sabe, tendem a se caracterizar por serem bastantes distintos para cada investidor.

    Dessa maneira, o COE surge como uma alternativa que tem como objetivo suprir as necessidades daqueles que apresentam uma aversão mais acentuada de exposição à riscos e volatilidades presentes no mercado de renda variável como um todo.

    O produto exerce, em teoria, um caráter de equilíbrio interessante para quem pretende investir sem assumir um grau considerável de incertezas.

    Além disso, o COE se apresenta como um produto financeiro que tende a facilitar entrada em mercados mais distantes e/ou restritos que o investidor, por si só, teria dificuldade de entrar.

    No entanto, as desvantagens deste tipo de investimento ficam omissas em meio às vantagens sempre em destaque.

    O primeiro ponto que vale destaque aqui são os spreads cobrados pelo banco entre o preço pago pelo ativo e o preço cobrado do investidor. Esse é o ponto mais complexo deste tipo de investimento.

    Mesmo que o spread seja citado como uma desvantagem, um investidor que não sabe precificar opções, não vai conseguir definir o valor dessa diferença.

    Além disso, outro problema é que a sensação de segurança oferecida pelo COE pode ser ilusória. Por mais que o banco garanta limite de perda, nada pode garantir que o investidor receberá o capital investido de volta. Isso porque o COE não é coberto pelo FGC.

    O limite de rentabilidade e impostos são ainda outros fatores que o investidor deve avaliar antes de investir em COE.

    Portanto, conclui-se que o COE não é a melhor opção de investimento. Apesar das facilidades oferecidas pelo produto, se o investidor pode e consegue entrar em determinado mercado, fazê-lo sozinho pode ser uma opção mais eficiente.

    Agindo dessa maneira, o investidor escolhe como se expõe aos riscos e poderá pagar um valor menor pelo ativo, já que o spread cobrado pelo banco será eliminado. Ademais, em caso de ganho ficará com toda rentabilidade.

    Além disso, por mais que o COE garanta risco mínimo de perda, o investidor também pode garantir esse mesmo nível de confiança por conta própria, aplicando uma parte do seu capital em ativos de renda fixa, por exemplo.

    Rodrigo Wainberg
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