Rodrigo Galindo

  • Nome Completo: Rodrigo Calvo Galindo
  • Data de Nascimento: 1976
  • Idade: 42
  • Nacionalidade: Brasileiro
  • Formação: Direito
  • Ocupação: CEO da Kroton
  • Conhecido como: Rodrigo Galindo
  • Estado Civil: Casado
  • Site Oficial: http://www.kroton.com.br/
  • Redes Sociais:

Quem é Rodrigo Galindo

Rodrigo Galindo é CEO do grupo Kroton, maior empresa privada do mundo no ramo de educação. Sua participação na companhia começou em 2011 quando ele vendeu a Iuni – grupo educacional de sua família – por 200 milhões de reais para organização. No processo, Galindo se tornou diretor da Kroton.

A figura de Rodrigo Galindo é bem vista no mercado. Muito se deve às suas ações relacionadas em onde investir dinheiro. Galindo foi um dos principais responsáveis pelas aquisições recentes feitas pela instituição.

Rodrigo é formado em direito pela Universidade de Cuiabá – Unic e possui mestrado em educação pela PUC-SP.

Desde jovem, Rodrigo conviveu com o sistema de educação. Seu pai era dono da Universidade de Cuiabá – Unic.

Aos 23 anos o executivo abriu sua primeira faculdade, a Faculdade do Amapá – Fama.

Ainda assim, sua presença continuou frequente na empresa da família. Tanto que em em julho de 2007 assumiu a presidência do negócio.

Em seu período como gestor, a Iuni se fortaleceu. Tanto que nos três anos seguintes fez oito aquisições.

Ainda assim, o mercado da educação começava a se concentrar entre gigantes do ramo.

Isso fez com que Rodrigo colocasse o negócio a venda no ano de 2011. No processo foram listados 15 nomes interessados na aquisição.

O grupo Kroton se tornou o vencedor final no processo.

No processo, Galindo foi escolhido como diretor e ensino superior e operações da organização, cargo que ocupou durante um ano.

No final de 2011, Rodrigo Galindo virou presidente da Kroton.

Em 2014 ele se tornou um dos principais responsáveis da aquisição da Anhanguera pelo grupo, processo que colocou a Kroton como maior instituição de educação superior do mundo por capitalização.

Dois anos mais tarde, em 2016, Galindo tentou comprar a Estácio, maior concorrente nacional da companhia, porém o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) barrou o negócio.

Carreira de Rodrigo Galindo

Rodrigo Calvo Galindo nasceu em 1976.

Aos 13 anos já vivia o dia a dia de uma instituição de educação.

Seu pai era dono da Universidade de Cuiabá. Na época Galindo contribuía trabalhando com as máquinas copiadoras.

Em 1998 ele se formou em direito pela Unic.

Um ano depois, aos 23 anos, Rodrigo abriu sua faculdade, a Fama. De 2002 até 2008 ele foi diretor geral da universidade.

Em paralelo, o executivo também ocupou o cargo de pró-reitor administrativos da Unic.

Galindo também se especializou em educação pela PUC-SP, em 2005.

No mês de julho de 2007, Rodrigo Galindo assumiu o cargo de diretor-presidente do grupo Iuni.

Em seu tempo no cargo, o executivo foi responsável pela expansão do negócio da família.

Ainda assim o executivo entendeu que não havia vantagem competitiva manter tal política.

Isso porque as líderes do ramo haviam aumentado consideravelmente sua dominância após a entrada de capital estrangeiro na área.

Em 2011 Rodrigo foi o responsável pela venda do empreendimento da família, para o grupo Kroton, por 200 milhões de reais.

No final daquele ano ele assumiu o cargo de CEO da companhia.

Em sua administração a Kroton se tornou a maior empresa privada de educação do mundo.

Principalmente após a aquisição a Anhanguera em 2014.

Em 2016, a companhia conseguiu vencer a concorrência e fechou negocio para ter a Estácio como parte da holding.

Porém, o Cade impediu o negócio por entender aquela negociação como uma forma de monopólio.

Entre os maiores desafios que Rodrigo possui, o de mais destaque é superar a crise financeira e política do país.

O nível de recursos financeiros disponibilizados pelo Fies recuou de 13 bilhões de reais para dois bilhões de reais, entre os anos de 2014 e 2017.

Ainda assim Rodrigo Galindo é visto como um nome de segurança dentro da organização, principalmente no objetivo de manter o faturamento da Kroton na casa dos bilhões.

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