Alexandre Tombini

  • Nome Completo: Alexandre Antônio Tombini
  • Data de Nascimento: 09/12/1963
  • Local de Nascimento: Porto Alegre, Brasil
  • Idade: 54
  • Nacionalidade: Brasileiro
  • Formação: Economista
  • Ocupação: Ex-presindente do Banco Central
  • Conhecido como: Alexandre Tombini
  • Site Oficial: https://www.bcb.gov.br/pt-br/#!/home
  • Redes Sociais:

Quem é Alexandre Tombini

Alexandre Tombini é o 25° presidente do Banco Central do Brasil – BC ou Bacen, cargo que ocupou até 2016. O economista foi o terceiro profissional que permaneceu por mais tempo na posição. Alexandre tem a maior parte da carreira ligada à instituição.

Em seu período na posição Alexandre Tombini voltou sua gestão para o controle da inflação, ainda assim o câmbio flutuante e o a política fiscal adotada pelo governos do período impediram sua ação.

Alexandre também é conhecido por sua atuação em instituições como o Fundo Monetário Internacional – FMI e o Banco Mundial.

Alexandre é formado em economia pela Universidade de Brasília – UNB.

No final da década de 80 se aproximou do setor público.

Também nesse período se aproximou de órgãos que tratam de assuntos relacionados à área de empréstimos e investimentos realizados em países em desenvolvimento.

Durante boa parte da década de 90 Tombini atuou em diversos órgãos do seguimento, chegando a ser mediador chefe de negociações representando o Mercosul.

Em 1998 foi contratado pelo BC como consultor da instituição.

Um ano depois se tornou chefe do departamento de estudos e pesquisas da organização.

Entre 2001 e 2005 ele se afastou do BC.

No período Alexandre Tombini atuou no FMI como diretor responsável na intermediação das relações da organização com o Brasil.

Em 2006 voltou ao BC. Em 2011 o economista se tornou presidente da instituição.

Seu nome foi escolhido no início do primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff.

O principal objetivo era manter a linha de seu antecessor no cargo, Henrique Meirelles.

Ainda assim as condições instáveis na questão macroeconômica e a crise política marcaram negativamente seu tempo na função.

Após cinco anos no posto, Tombini saiu do BC em 2016.

O economista Ilan Goldfajn, assumiu a presidência do Bacen na época.

Carreira de Alexandre Tombini

Alexandre Antônio Tombini nasceu no dia 9 de dezembro de 1963, na cidade de Porto Alegre.

Aos 21 anos, em 1984, se formou em economia pela UNB. Alexandre também possui Ph.D pela Universidade de Illinois.

Após concluir sua especialização, Tombini ingressou na ala de relações internacionais voltada para relação de investidores e países em desenvolvimento.

Sendo que foi Coordenador de Análise Internacional, Departamento de Assuntos Internacionais do Ministério da Economia de 1991 até 1992.

Depois se tornou Coordenador Geral da Área Externa, Secretaria e Política Econômica do Ministério da Fazenda durante três anos, de 1992 até 1995.

Em 1998 entrou para o BC.

Inicialmente ele ocupou cargo de chefe de algumas implementações e manutenções que estavam sendo realizadas pelo Bacen.

Sendo um dos responsáveis em mapear e estipular metas de inflação, microeconomia do setor bancário e regulação do setor financeiro focando em risco de mercado.

Em 2001 foi contratado pelo FMI.

Durante seu período no órgão Alexandre ocupou cargos de Assessor Sênior do Diretor Executivo e Membro da Diretoria Executiva.

Todos ligados às relações da instituição com o Brasil.

Em junho de 2005 Tombini retornou ao Bacen como Diretor de Assuntos Especiais da instituição, posto ocupado por quase um ano.

De 2006 até 2010 o economista também trabalhou como Diretor de Assuntos Internacionais e Diretor de Normas e Organização do Sistema Financeiro do BC.

Em janeiro de 2011, Alexandre assumiu o cargo de presidente do Bacen.

Com mais de cinco anos na posição, Tombini enfrentou o agravamento da crise política e econômica do país.

O que aumentou quando o contexto macroeconômico passou por severas mudanças.

Um dos resultados foi a queda da exportação de commodities do Brasil, um dos principais fatores pelo crescimento do país na primeira década dos anos 2000.

Tombini também sofreu críticas por não ter controlado a inflação.

Quando assumiu estipulou a meta que a inflação não deveria passar 4,5%, porém o número chegou a mais de 7% em seu último ano na posição.

Em junho de 2016 Alexandre Tombini deixou o cargo. Em 2017 o economista se juntou ao FMI em uma ação na Nicaraguá.

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