Vale (VALE3) quita US$ 5 bilhões em linhas de crédito rotativo

Vale (VALE3) quita US$ 5 bilhões em linhas de crédito rotativo
Logo da Vale em placa da empresa (foto: divulgação)

A Vale (VALE3) informou, nesta segunda-feira (28), através de comunicado ao mercado, que quitou US$ 5 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões) de suas linhas de crédito rotativo.

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Sendo que dos US$ 5 bilhões, US$ 2 bilhões com vencimento em junho de 2022 e US$ 3 bilhões em dezembro de 2024, que foram desembolsadas em março de 2020 em função da ameaça que a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) representava aos negócios da Vale.

A Vale, à época, informou ser “prudente utilizar a solidez de seu balanço para navegar os próximos poucos meses com maiores reservas de caixa”. Agora, a companhia diz que o reembolso das linhas de crédito, da mesma forma pela qual foi desembolsada no início da pandemia, “é consistente com a estratégia da Vale, recompondo integralmente a disponibilidade das linhas de crédito rotativo ao valor original”.

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No comunicado ao mercado enviado hoje, a mineradora multinacional brasileira ainda informou que “a amortização recompõe integralmente a disponibilidade das linhas de crédito rotativo ao valor original de US$ 5 bilhões”.

Vale suspende operações em barragem B7

Além disso, a companhia informou hoje mais cedo que que suspendeu, na última quinta-feira (24), a disposição de rejeitos e a realização de obras na barragem B7, situada em Jeceaba, Minas Gerais.

Segundo a mineradora, a medida foi tomada em obediência à decisão proferida pelo juiz da Vara Única da comarca de Entre Rios de Minas em Ação Civil Pública ajuizada pelo município de Jeceaba.

A Vale também comunicou que suspendeu as operações da usina de concentração de Viga, localizada em Congonhas, Minas Gerais. A companhia destacou que as paralisações deverão causar um impacto de 11 mil toneladas em sua produção diária de finos de minério de ferro no período de fechamento.

A mineradora deixou claro, em seu comunicado, que irá recorrer sobre a unidade de Viga. “A Vale ressalta que a unidade operacional de Viga preenche os requisitos necessários para a expedição do alvará de funcionamento da barragem B7 e que, por isso, contestará a decisão judicial”, afirmou a companhia.

Com informações do Estadão Conteúdo

Laura Moutinho

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