TikTok pede a Justiça para barrar bloqueio do aplicativo

TikTok pede a Justiça para barrar bloqueio do aplicativo
Os advogados do TikTok argumentaram que um banimento violaria direitos de liberdade de expressão e as leis do devido processo legal

A rede social chinesa TikTok realizou nesta quarta-feira (23) uma solicitação à Justiça Federal dos Estados Unidos para impedir o presidente Donald Trump de bloquear a plataforma de compartilhamento de vídeos por questões de segurança nacional.

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Em pedido de liminar protocolado hoje, os advogados do TikTok argumentaram a um juiz do tribunal distrital de Washington D.C. que o banimento proposta pelo governo dos Estados Unidos os direitos de liberdade de expressão e as leis do devido processo legal.

“Se as proibições não forem negadas, o dano aos reclamantes será irreparável”, salientou a empresa. A rede social processou na última sexta-feira (18) o presidente norte-americano e o Departamento de Comércio, que está a cargo de implementar o banimento. Esse é o segundo recurso legal contra a medida.

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O TikTok havia protocolado outra ação, no dia 24 de agosto, em um tribunal federal da Justiça da Califórnia. No entanto, a empresa desistiu do processo, sinalizando que considerava um juiz baseado no distrito de Washington em melhor posição para lidar com os desafios legais relacionados a questões de regulação.

Mídia chinesa denuncia acordo “sujo e injusto” do TikTok

A mídia estatal chinesa denunciou o acordo apoiado pela Casa Branca para tornar o TikTok uma companhia sediada nos Estados Unidos de ser “sujo e injusto”, destacando que o governo chinês não tinha “motivo” para concordar o acordo.

Colunas editoriais de vários grupos de mídia da China ressaltaram que Pequim pode não ratificar o acordo que pode colocar a rede social nas mãos de controladores norte-americanos, enquanto as tensões entre as quem irá deter o controle do TikTok Global ameaçam desfazer o acordo apoiado pela Casa Branca no final de semana.

A mídia estatal imprensa em língua inglesa China Daily acusou o acordo como baseado em “bullying e extorsão”, um dia depois que o nacionalista Global Times e a versão online do People’s Daily, do Partido Comunista, publicaram opiniões semelhantes.

“A China não tem razão para dar sinal verde a tal negócio”, publicou o China Daily, no editorial. “Ceder às exigências irracionais dos EUA significaria a ruína da empresa chinesa ByteDance” e do TikTok, acrescentou.

Arthur Guimarães

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