Santander (SANB11) lança sistema de pagamento instantâneo

Santander (SANB11) lança sistema de pagamento instantâneo
O Santander Brasil (SANB11) lançou seu sistema de pagamentos instantâneos, o SX, que será conectado ao Pix do BC.

O Santander Brasil (SANB3; SANB4; SANB11) anunciou nessa terça-feira (25) que lançou seu sistema de pagamentos instantâneos, o SX, que será conectado ao Pix do Banco Central (BC). O SX não terá custos aos clientes pessoa física do banco, e deve entrar em operação em novembro.

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O diretor do segmento Pessoa Física do Santander Brasil, Marcelo Labuto, explicou em nota que “percebemos que o PIX pode ser também uma poderosa ferramenta de bancarização da população e de fidelização dos nossos clientes. Por isso, decidimos oferecer benefícios a quem decidir utilizar a ferramenta para movimentar recursos conosco, e assim nasceu o SX“.

Frente a isso, o SX se soma as outras maneiras de pagamento de contas e transferência de valores que o banco oferece, como por exemplo, TED, DOC, cartões ou cheques.

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Sobre seu funcionamento do programa, a instituição financeira explicou que as transações podem ser feitas com o uso de um código QR, uma chave composta por letras e números ou com informações pessoais.

Contudo, Labuto salientou que não está previsto que o programa substitua as outras formas de transações, uma vez que a a escolha da modalidade vai depender da necessidade de ter recursos no momento da operação, bem como dependerá da internet.

Resultados do Santander no 2T20

O Santander  apresentou um lucro líquido societário de R$ 2,026 bilhões referente ao segundo trimestre deste ano. O resultado é equivalente a uma baixa de 40,76% frente ao mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,41 bilhões. Em comparação ao primeiro trimestre deste ano, o lucro caiu 46,3%.

O lucro líquido gerencial, por sua vez, foi de R$ 2,136 bilhões no período entre abril e junho, uma baixa de 41,2% na comparação com o segundo trimestre de 2019 e de 44,6% frente ao primeiro trimestre deste ano.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) do Santander atingiram R$ 6,534 bilhões — equivalente a uma alta de 90,8% na comparação com o primeiro trimestre, e um avanço de 111,3% na relação com o mesmo período do ano passado.

Laura Moutinho

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