Quantidade de sites de ecommerce aumenta 37,5% no Brasil

Quantidade de sites de ecommerce aumenta 37,5% no Brasil
Quantidade de sites de ecommerce aumenta 37,5% no Brasil.

De 2018 a 2019 a quantidade de sites de ecommerce teve uma alta significativa. O aumento foi de 37,5%. Em uma pesquisa que será publicada nesta quinta-feira (4), o BigData Corp e a PayPal mostram que a elevação em anos passados foi de 12,5% e 9,2%.

Dos 930 mil sites de ecommerce do Brasil, 230 foram desenvolvidos no último ano.

De acordo com a BigData, a ascensão dos sites de comércio online tem como estímulo:

  • desenvolvimento de sites que oferecem formatos prontos para o comércio digital
  • desemprego
  • custo baixo para empreender

Os consumidores já reportaram problemas de 25% do número total dessas companhias de ecommerce.

A Wine Eventos é um exemplo contrário de ecommerce. A empresa, que começou no comércio digital, agora está tentando se adaptar aos meios físicos.

Carrefour implanta tecnologia em lojas

O primeiro sistema feito pelo Carrefour possibilita que o cliente faça suas compras e não precise passar pelo caixa. Dessa forma, o consumidor precisa só de um aplicativo para escanear seus produtos. O sistema começou a funcionar no final de 2018.

De acordo com a loja, o objetivo é diminuir, em mais de 50%, o tempo que o consumidor perde.

O Carrefour espera que todas as lojas Express e Market já tenham este serviço disponível no fim de 2019. Esta tecnologia já é utilizada pela empresa Amazon.com, nos EUA.

Magazine Luiza compra gigante do ecommerce

Enquanto alguns querem ir para o mercado online, outros querem o físico. A loja de artigos esportivos, Netshoes, ficou famosa por oferecer produtos apenas via internet. Muitos consumidores não gostavam do fato da empresa não ter uma loja física. Em junho deste ano, a Magazine Luiza comprou a Netshoes.

O diretor da Magazine Luiza, Frederico Trajano, disse em entrevista, na última segunda-feira (1), que a Netshoes tem interesse em abrir lojas físicas.

O CEO fechou a compra da ecommerce de produtos esportivos por cerca de R$ 440 milhões, em junho deste ano.

 

 

 

Juliano Passaro

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