Shell: produção do pré-sal cai menos do que previsto, diz diretor

Shell: produção do pré-sal cai menos do que previsto, diz diretor
A produção de petróleo do pré-sal caiu na pandemia, mas o valor foi inferior ao esperado, apontou o executivo da Shell.

O diretor de produção em ativos do pré-sal da Shell, Cristiano Pinto, afirmou nesta sexta-feira (7) que a produção de petróleo do pré-sal registrou uma queda na pandemia, porém caiu menos do que o previsto.

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“Isso prova resiliência do pré-sal brasileiro às variações do preço do petróleo”, pontuou o executivo da Shell em videoconferência organizada pelo Banco Safra.

O diretor da Shell afirmou que a companhia cortou o contingente de trabalhadores off-shore me razão da crise sanitária. Pinto ainda citou que a empresa chegou a postergar por um período a conexão de um poço de petróleo no início da pandemia.

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Apesar disso, o executivo relembro que outras frentes de produção da commodity aumentaram durante a crise. Sobre isso, Pinto mencionou a entrada em operação de uma plataforma nova, a P-70, no Campo de Iara, no pré-sal da Bacia de Santos.

“Foi uma nova produção de 150 mil barris de petróleo que começou durante a pandemia. Credito isso à Petrobras, como operadora”, salientou o executivo.

Shell: ainda é cedo para indicar recuperação do petróleo

O diretor de produção em ativos do pré-sal afirmou que ainda é cedo para indicar a recuperação da demanda por petróleo, cuja trajetória varia em várias regiões do mundo. Contudo, Pinto diz enxergar um recuperação notável do mercado em julho, assim como neste início de agosto.

“Durante o mês de julho, a demanda firmou um pouco mais rápido do que se esperava, em função da sazonalidade das férias nos Estados Unidos e Europa, quando se viaja mais e a demanda por querosene de aviação, diesel e gasolina nessas regiões aumenta”, destacou o executivo. No entanto, o retorno da busca por combustíveis em praças importantes neste período do ano tende a “acalmar um pouco” devido ao final dessa sazonalidade favorável.

Além disso, o diretor da Shell ressaltou que ainda há muita incerteza quanto à evolução da doença em vários países, entre os quais se encontra o Brasil.

Arthur Guimarães

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