Petrobras (PETR4) compra plataforma P-71 e terá novo plano para Tupi

Petrobras (PETR4) compra plataforma P-71 e terá novo plano para Tupi
A Petrobras fechou a compra da plataforma P-71, em fase final de construção no Espírito Santo, por US$ 353 milhões

A Petrobras (PETR4) informou nesta terça-feira (27) que fechou a compra da plataforma P-71, que está em fase final de construção no Espírito Santo, e acordou a elaboração de um novo Plano de Desenvolvimento(PD)para o campo de Tupi.

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A companhia estatal comunicou que o gasto estimado com a transação será de US$ 353 milhões (cerca de R$ 2 bilhões). A P-71, que estava programada para o campo de Tupi, possui capacidade de produção de 150 milhões de barris por dia e será alocada no campo de Itapu, que permitirá a antecipação do seu primeiro óleo em cerca de um ano, informou a Petrobras.

 A decisão foi tomada após o leilão do excedente da cessão onerosa que aconteceu em novembro do ano passado, quando os direitos de produção do campo de Itapu passaram a ser detidos integralmente pela petroleira. “Em razão da nova alocação da P-71, a licitação de afretamento da plataforma que atenderia ao projeto de Itapu será cancelada”, comunicou a companhia.

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Petrobras anuncia elaboração de novo PD para Tupi

Com o compromisso de venda da P-71, a Petrobras informou que, em acordo com os sócios do Consórcio BM-S11 no Brasil a Shell (25% de participação) e a Petrogal (10%), decidiu pela elaboração de um novo plano de desenvolvimento para a Tupi. O documento deverá ser entregue a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no ano que vem.

A iniciativa tem como objetivo implantar projetos complementares de desenvolvimento produção resilientes a baixos preços de petróleo, de forma a permitir a elevação ainda mais do fator de recuperação do campo, que é atualmente o maior produtor mundial em águas profundas e cuja produção acumulada já ultrapassou 2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe).

“A aquisição da P-71 e as ações para elaboração de um novo PD para Tupi estão aderentes à estratégia da companhia de concentrar suas atividades em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra profundas”, complementou a Petrobras.

Arthur Guimarães

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