Petrobras (PETR4) confirma que Ultrapar e Raízen disputam Repar

Petrobras (PETR4) confirma que Ultrapar e Raízen disputam Repar
Petrobras (foto: divulgação)

A Petrobras (PETR4) confirmou na última segunda-feira (21), em esclarecimento ao mercado, que a Ultrapar Participações(UGPA3) , um consórcio liderado pela Raízen e a China Petroleum & Chemical Corporation (Sinopec) estão entre os participantes da etapa vinculante para aquisição da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar).

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Segundo o comunicado, a Petrobras informou ainda que recebeu duas propostas com valores próximos e que fará uma nova rodada de propostas vinculantes, com amparo em sua Sistemática de Desinvestimentos.

A estatal petroleira observa que anunciou em 9 de julho ter obtido aprovação dos órgãos deliberativos para o início da fase de negociação da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia. A unidade estaria sendo negociada com o Mubadala, dos Emirados Árabes Unidos.

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A petrolífera esclarece ainda que tal sistemática prevê somente a divulgação ao mercado do processo:

  • teaser,
  • início da fase não vinculante,
  • início da fase vinculante,
  • celebração de acordo de exclusividade (quando aplicável),
  • signing,
  • closing.

As etapas subsequentes, acrescentou a Petrobras, serão divulgadas ao mercado de acordo com essa sistemática.

Petrobras aguarda recuperação do mercado para vender fatia na BR Distribuidora

A Petrobras deve aguardar uma recuperação do mercado de capitais para realizar a alienação de sua participação remanescente na BR Distribuidora (BRDT3). Dessa forma, segundo informações do jornal “Valor Econômico”, publicadas na última segunda-feira (21), a petroleira não tem intenção de vender sua participação de 37,5% no curtíssimo prazo.

No fim do mês passado, a estatal conseguiu o aval do Conselho de Administração realizar o desinvestimento total na distribuidora. Entretanto, o movimento do mercado, para a estatal, não parece ser propício. Na última segunda-feira, o Ibovespa fechou em queda de 1,32%, a 96.990,719 pontos, mesmo patamar do início de julho. A bolsa brasileira cai 15% no ano.

Ao passo que mantém a operação inalterada, a petroleira espera que a BR Distribuidora demonstre certa recuperação uma vez que vem “fazendo o dever de casa”, procurando ampliar as atividades comerciais e reduzindo custos. Segundo o jornal, a avaliação de especialistas do mercado é que a BR, atualmente, é uma companhia melhor do que observado em 2019, quando foi realizada a oferta subsequente de ações (follow-on).

A Petrobras, por ora, segue atenta as condições do mercado, monitorando o momento em que a captação de recursos com a fatia na BR pode ser mais vantajosa. Com base no valor de mercado de R$ 24,69 bilhões da BR, a participação da Petrobras é equivalente a R$ 9,26 bilhões.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Poliana Santos

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