Oi (OIBR3): Tim, Vivo e Claro obtêm preferência em negociação de ativos

Oi (OIBR3): Tim, Vivo e Claro obtêm preferência em negociação de ativos
Nova AGC da Oi deve acontecer no dia 8 de setembro e deve ser presencial

Uma proposta de aquisição conjunta da Claro, Vivo (VIVT3; VIVT4) e da Tim (TIMP3) relaciona aos ativos móveis da Oi (OIBR3) ganhou, nessa sexta-feira (7), status preferencial, segundo informaram duas fontes à ‘Reuters’.

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Vale lembrar que em meados de julho, as três companhias já haviam apresentado uma oferta, também conjunta, de R$ 16,5 bilhões pelos ativos móveis da Oi.

Com esse acordo atual, a Tim, Vivo, e Claro, ganhariam o direito exclusivo de igualar toda proposta maior que outros interessados possam fazer mais adiante.

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Proposta anterior da Tim, Vivo e Claro pelos ativos móveis da Oi

As operadoras TIM, Vivo e Claro comunicaram na noite do dia 27 de julho que fizeram uma nova oferta vinculante, de R$ 16,5 bilhões, pela aquisição dos ativos móveis da Oi.

O grupo de empresas de telecomunicações que atua no Brasil já tinha feito outra oferta pela rede móvel da Oi no mês passado, entretanto o valor não foi informado. A tele, que está em recuperação judicial, avalia suas redes móveis em um valor mínimo de R$ 15 bilhões.

Segundo destacaram  as operadoras (Tim, Claro e Vivo) na ocasião, a oferta “endereça as necessidades financeiras do Grupo Oi, de amplo conhecimento do mercado em geral, para que este possa implementar seu plano estratégico e atender seus credores”.

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Contudo, após a primeira oferta de TIM, Vivo e Claro, o mercado recebeu a informação de uma nova concorrente pelos negócios da tele: a Highline do Brasil, companhia controlada pela norte-americana Digital Colony. A empresa estrangeira fez uma oferta maior do que o lance mínimo de R$ 15 bilhões.

Entretanto, a operadora negociada encerrou as negociações exclusivas com a Highline do Brasil na última segunda-feira (3), de acordo com informações da agência “Reuters”.

De acordo com a fonte consultada pela “Reuters”, a Oi tentou levar adiante as conversas exclusivas de negociação com a Highline, entretanto decidiu parar depois que a companhia não apresentou melhores condições em sua oferta pela unidade móvel da tele.

A Oi informou sobre o acordo de exclusividade com a Highline no dia 22 de julho. De acordo com a tele, a empresa tinha oferecido “a melhor oferta vinculante, acima do preço mínimo estabelecido”, para a compra a operação móvel da companhia.

Laura Moutinho

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