Natura (NTCO3) reverte lucro e registra prejuízo de R$ 392 milhões no 2T20

Natura (NTCO3) reverte lucro e registra prejuízo de R$ 392 milhões no 2T20
A receita líquida da Natura atingiu R$ 6,9 bilhões no período de abril a junho, esse valor representa uma queda de 12,7% na comparação de base anual.

A Natura &Co (NTCO3) registrou prejuízo de R$ 392,1 milhões no segundo trimestre deste ano, revertendo lucro líquido de R$ 54,3 milhões no mesmo período no ano passado. Segundo a empresa de cosméticos esse resultado é em razão aos impactos da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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A holding informou que o incidente do ataque cibernético sobre as vendas teve o efeito de, aproximadamente, R$ 450 milhões. Em junho, a Avon, pertencente ao grupo Natura, havia informado que sofreu ataque hacker e que as operações haviam sido afetadas.

A receita líquida atingiu R$ 6,9 bilhões no período de abril a junho, esse valor representa uma queda de 12,7% na comparação de base anual. A empresa de cosméticos investiu R$ 150,8 milhões no segundo trimestre. A dívida líquida ficou em R$ 4,1 bilhões.

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O Ebitda (lucro antes de juro, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 651,9 milhões, queda de 25,4%. Por sua vez, o Ebitda ajustado atingiu R$ 615,2 milhões, baixa de 42,2%. A margem Ebitda alcançou 8,8%, queda de 4,5 pontos percentuais.

Natura investe na startup de delivery de serviços de beleza Singu

A Natura anunciou na última segunda-feira (10) investimentos na Singu, uma plataforma digital brasileira voltada para serviços de beleza em domicílio.

A startup trabalha com delivery de serviços de bem-estar e foi criada pelo mesmo fundador da Easy Táxi, Tallis Gomes. O valor investido não foi divulgado, no entanto o acordo dá a Natura a possibilidade de a totalidade do negócio no futuro.

“Um dos pontos fortes da combinação entre Natura e Singu, que tem sido objeto de estudo pelos times e poderá ser implementado, será o de fornecer a milhares de consultoras de beleza Natura a oportunidade de gerar mais renda, permitindo que ofereçam, por meio da plataforma, serviços como de maquiadora, cabeleireira, manicure, entre outros”, destacou a companhia, em comunicado.

A transação foi estruturada pelos escritórios BVA Advogados, Cescon Barrieu Advogados e BMA Advogados, após meses de negociações. A startup conta com cerca de 3 mil profissionais de beleza cadastrados e possui quase 200 mil clientes ativos. Por meio da plataforma é possível obter, em casa, serviços de unhas, massagem, depilação e escova de cabelo, entre outros.

Poliana Santos

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