Natura (NTCO3) investe na startup de delivery de serviços de beleza Singu

Natura (NTCO3) investe na startup de delivery de serviços de beleza Singu
O valor do investimento não foi divulgado, mas garante a Natura (NTCO3) a opção de assumir 100% dos negócios no futuro

A Natura &Co (NTCO3) anunciou nesta segunda-feira (10) investimentos na Singu, uma plataforma digital brasileira voltada para serviços de beleza em domicílio.

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A startup trabalha com delivery de serviços de bem-estar e foi criada pelo mesmo fundador da Easy Táxi, Tallis Gomes. O valor investido não foi divulgado, no entanto o acordo dá a Natura a possibilidade de a totalidade do negócio no futuro.

“Um dos pontos fortes da combinação entre Natura e Singu, que tem sido objeto de estudo pelos times e poderá ser implementado, será o de fornecer a milhares de consultoras de beleza Natura a oportunidade de gerar mais renda, permitindo que ofereçam, por meio da plataforma, serviços como de maquiadora, cabeleireira, manicure, entre outros”, destacou a companhia, em comunicado.

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A transação foi estruturada pelos escritórios BVA Advogados, Cescon Barrieu Advogados e BMA Advogados, após meses de negociações. A startup conta com cerca de 3 mil profissionais de beleza cadastrados e possui quase 200 mil clientes ativos.  Por meio da plataforma é possível obter, em casa, serviços de unhas, massagem, depilação e escova de cabelo, entre outros.

Goldman Sachs revisa preço-alvo das ações da Natura

O Goldman Sachs elevou o preço-alvo das ações da Natura, de R$ 29 para R$ 30, e manteve a recomendação de venda dos papéis. Atualmente, os ativos são negociados na casa dos R$ 46,45.

O grupo financeiro norte-americano entende que o segundo trimestre foi um período difícil para a companhia, principalmente para a Avon Brasil e Avon Internacional, que deverão registrar uma queda nas receitas, segundo banco.

“Prevemos uma retração anual de 15% na Avon Brasil e de 25% na Avon International, pressionadas pelas restrições de distanciamento social e pelos ataques cibernéticos relatados em 9 de junho, e só foram resolvidos em 26 de junho”, informou o Goldman Sachs, em relatório.

Para a instituição financeira, a Natura Brasil deve ser uma das divisões com melhor desempenho da companhia em termos de crescimento em moeda nacional. “No entanto, haverá uma contração superior a 10% no comparativo anual, com a venda eletrônica compensando as perdas do mercado social”, ponderou.

O banco ainda acredita que a Natura pode apresentar uma resiliência maior do que a prevista na demanda do consumidor final, se o crescimento da demanda por produtos de higiene pessoal compensar a baixa em segmentos de fragrâncias e maquiagens.

Arthur Guimarães

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