Ibovespa fecha em alta de 0,65%, a 103.444,48 pontos

Ibovespa fecha em alta de 0,65%, a 103.444,48 pontos
O Ibovespa hoje fechou o pregão em alta de 0,65%, a 103.444,48 pontos.

Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (10) em alta de 0,65%, a 103.444,48 pontos.

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O Ibovespa hoje abriu em alta enquanto o mercado acionário estava atento a tramitação no Congresso do projeto de lei do novo marco para setor de gás que pode destravar R$ 40 bilhões em investimentos.

Além disso, seguiu no radar dos investidores durante o dia o anuncio da JBS sobre a pretensão de construir uma nova fábrica de produtos processados à base de carne suína, por meio de sua subsidiária Plumrose USA.

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Confira as principais notícias que movimentaram o mercado nessa segunda-feira:

  • Braskem (BRKM3) tem forte alta na B3 após retomada de venda pela Odebrecht
  • JBS (JBSS3): subsidiária nos EUA quer construir nova fábrica por US$ 200 milhões
  • JSL (JSLG3) assina acordo para aquisição de 100% da Transmoreno
  • M. Dias Branco (MDIA3) está atenta à oportunidades de fusão e aquisição
  • Bolsas no exterior
  • Última cotação do dólar

Braskem (BRKM3)

As ações da Braskem (BRKM3) operavam em forte alta na tarde desta segunda-feira no principal índice acionário da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), Ibovespa. Os papéis da empresa variavam positivamente a 7,24%, sendo negociados por R$ 24,88.

A alta nas ações acontece após a Braskem ter divulgado, na última sexta-feira (7), por meio de um fato relevante, que recebeu uma correspondência da sua controladora Odebrecht informando que a empresa deu início aos atos preparatórios para estruturar um processo de venda privada de até 100% de sua participação na petroquímica.

A Odebrecht também teria contratado a instituição financeira Morgan Stanley para coordenar a retomada do processo de venda da Braskem , de acordo com informações do jornal “Valor Econômico”. Vale destacar que o grupo Odebrecht teve seu processo de recuperação judicial homologado há cerca de 10 dias.

JBS (JBSS3)

A JBS (JBSS3) USA, anunciou, nesta segunda-feira, a pretensão de construir uma nova fábrica de produtos processados à base de carne suína, por meio de sua subsidiária Plumrose USA. A companhia estima investir US$ 200 milhões (cerca de R$ 1,07 bilhão) na planta.

Segundo um comunicado da JBS, o objetivo é levantar uma unidade estrategicamente localizada para ter acesso eficaz a matéria-prima, além de aproveitar sinergias com outos ativos existentes. Sua subsidiária já possui seis unidades em todo o território norte-americano.

“A Plumrose USA está posicionada de forma única para atender à crescente demanda do consumidor por carnes ‘italianas’ de excelente sabor e alta qualidade, como salame e presunto”, afirmou, em nota, Thomas Lopez, presidente da Plumrose USA.

JSL (JSLG3)

A JSL S.A. (JSLG3) informou aos seus acionistas e ao mercado em geral, nesta segunda-feira, que celebrou, na última sexta-feira, após o fechamento do mercado, o contrato de compra e venda visando à aquisição da Moreno Holding Ltda, controladora da Transmoreno Transporte e Logística Ltda.

A companhia informou que o contrato prevê a aquisição pela JSL da totalidade da Moreno Holding por R$ 310 milhões, que será ajustado com base na dívida líquida, capital de giro e outros ajustes na data de fechamento da transação.

Do total, R$ 100 milhões serão pagos no fechamento da transação e o restante em parcelas semestrais, durante 5 anos. O valor integral será pago em dinheiro. “Ademais, os vendedores farão jus a um prêmio de R$ 10 milhões em 2025 caso determinadas condições sejam atingidas até o final de 2024”, destacou a JSL.

M. Dias Branco (MDIA3)

O vice-presidente de investimentos e controladoria e diretor de relações com investidores da M. Dias Branco (MDIA3) , Gustavo Lopes Theodozio, afirmou que a companhia manterá a estratégia de crescimento orgânico e que está atenta às oportunidades de fusão e aquisição. A informação foi divulgada nessa segunda-feira quando o executivo participava de uma teleconferência com analistas de mercado.

Na ocasião, Theodozio ainda apontou que “a Piraquê já é a segunda maior marca da M. Dias Branco e estamos trabalhando para se tornar uma marca nacional”. Vale destacar que a companhia adquiriu a marca Piraquê em meados de 2018.

Por sua vez, o diretor de novos negócios da companhia, Fabio Cefaly, destacou que “temos crescido de forma muito sustentável. Não foi uma melhora de um trimestre, mas é um trabalho feito desde maio de 2018. Estruturalmente, a Piraquê deve ter uma margem Ebitda melhor do que a da M. Dias Branco, porque sua margem bruta é maior e o preço é maior do que o mix da empresa. O que tem surpreendido é a capacidade de crescimento em todo”, comentando sobre os resultados da companhia no segundo trimestre desse ano.

Bolsas no exterior

Além do Ibovespa, confira o desempenho dos principais índices acionários no exterior:

Última cotação do Ibovespa

Na última sessão, sexta-feira, o Ibovespa registrou queda de 1,3%, a 102.775,547 pontos.

Laura Moutinho

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