Google: Waze demite 5% dos funcionários por causa da pandemia

Google: Waze demite 5% dos funcionários por causa da pandemia
O Waze, aplicativo da Google (Nasdaq: GOOG), anunciou demissão de 5% dos funcionários nessa quinta-feira.

Noam Bardin, o presidente do aplicativo de navegação por GPS da Google (Nasdaq: GOOG),  o Waze, anunciou nessa quarta-feira (9) a demissão de 5% dos funcionários do app, segundo informou o ‘The Verge’. As demissões que foram anunciadas através de um comunicado enviado por e-mail, foram motivadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

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Nesse sentido, dos 555 funcionários do aplicativo da Google, 30 foram atingidos com as demissões. Além disso, alguns escritórios na Ásia e na América Latina também serão fechados. Apesar disso, a operação do Waze no Brasil não foi afetada e os cortes não afetaram os funcionários do País, de acordo com o ‘Estadão’.

Entre os escritórios que serão fechados estão os localizados em países como Malásia, Cingapura, Colômbia, Chile e Argentina.

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Por outro lado, a empresa sinalizou, que manterá a operação nos EUA, Reino Unido, França, Brasil, Canadá, Itália e México, uma vez que são mercados onde o serviço está apresentando crescimento no período.

Coronavírus leva à queda no uso do aplicativo da Google

Devido a pandemia do novo coronavírus menos pessoas passaram a sair de casa para trabalhar ou para se entreter. Nesse cenário, podê-se observar uma queda no uso do Waze. No início da pandemia, em março, o serviço da companhia teve um resumo médio de aproximadamente 60% em todo o mundo. Na Itália, o resumo foi de 90%.

Bardin ainda destacou que apesar a retomada em diversos países, a companhia ainda não está em níveis pré-pandemia, assim foi preciso “repensar prioridades”.

“Decidimos concentrar nossos recursos em melhorias de produto para nossos usuários, acelerar nossos investimentos em infraestrutura técnica e redirecionar nossos esforços de vendas e marketing em um pequeno número de países de alto valor”, apontou o executivo do aplicativo da Google.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Laura Moutinho

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