França e Alemanha anunciam lockdown após segunda onda de covid

França e Alemanha anunciam lockdown após segunda onda de covid
França e Alemanha anunciam lockdown após segunda onda de covid

A França e Alemanha informaram nesta quarta-feira (28) um lockdown como tentativa de conter uma segunda onda de infecções do coronavírus (Covid-19). Durante as últimas semanas, os países europeus tentaram retardar a propagação do vírus através de restrições específicas e localizadas, entretanto, com o novo número recorde de mais de 500 mil casos atualmente no mundo, os governos optaram por medidas mais drásticas.

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O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou um novo lockdown parcial a partir da próxima sexta-feira (28), que deve durar até 1º de dezembro. Enquanto os bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais não essenciais irão fechar, as escolas vão permanecer abertas.

Já a Alemanha impôs uma paralisação parcial de um mês, divulgado pela chanceler Angela Merkel, depois de conversas com líderes dos 16 Estados do país, informou a Bloomberg. A medida entra em vigor na próxima segunda-feira (2) e deve durar até o final de novembro.

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De acordo com a proposta do novo lockdown, as regras, que como as da França seriam menos rígidas do que as impostas em março, teriam como objetivo limitar o número de infecções até o Natal para que amigos e familiares pudessem se encontrar novamente.

Dólar encerra em alta de 1,43%, a R$ 5,7630, com lockdowns

O dólar encerrou nesta quarta-feira (28) em alta de 1,43%, negociado a R$ 5,7630.

O dólar iniciou em forte alta nesta manhã. Por volta das 11h05, a moeda norte-americana era negociada a R$ 5,73 na venda, com um avanço 0,5%. A alta chegou a ser de 1% no início do pregão, levando o dólar a R$ 5,79, patamar mais alto desde maio. Em função disso, entre outros fatores, as companhias áreas sofrem na Bolsa de Valores de São Paulo (B3).

O avanço da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), principalmente nos Estados Unidos e na Europa, vem preocupando os investidores, devido às medidas restritivas frente à doença, que podem influenciar a frágil tentativa de recuperação econômica global.

Na última terça-feira (27), os Estados Unidos registraram novos 73.200 casos, segundo dados da Universidade John Hopkins. Os mercados europeus observaram um forte movimento de venda em ações de empresas de viagens e de bancos com o novo lockdown em países da Europa. As bolsas do Velho Continente tocaram a mínima dos últimos cinco meses.

Rafaela La Regina

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