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Fitch eleva rating do Banco Inter após estratégia de expansão

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A agência de classificação de risco de crédito, Fitch Ratings, elevou, na última segunda-feira (11), o rating nacional de longo prazo do Banco Inter (BIDI3; BIDI4). A avaliação do banco passou de ‘BBB+(bra)’ para ‘A-(bra)’, com perspectiva estável.

De acordo com a agência, o índice foi elevado por conta do sucesso da estratégia de expansão e do modelo de negócios do Banco Inter. A alteração indica que a instituição financeira se tornou mais confiável.

“A elevação do rating reflete o sucesso da estratégia do Banco na expansão de sua franquia e de seu modelo de negócios – com uma maior diversificação de ofertas de produtos, ampla posição de liquidez, independência na distribuição dos produtos de captação e sólidos índices de capitalização”, salientou a agência por meio de um comunicado.

Além disso, a Fitch ressaltou que a instituição financeira possui um boa relação entre as receitas das principais linhas de crédito e serviço. Com isso, o banco obteve aumento da receita de serviços e e maior capilaridade de distribuição dos produtos.

“Atualmente a estrutura de captação e liquidez do Inter se situam acima da média de seus pares e estas tem sido um fator importante na eficaz administração dos descasamentos entre ativos e passivos”, afirmaram os analistas da agência.

A agência de classificação S&P também elevou o rating do Banco Inter para AA- desde julho do ano passado.

Banco Inter prevê aumento de clientes

Após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, na última semana, o presidente do banco, João Vitor Menin, declarou que a instituição financeira pretende chegar a oito milhões de correntistas até o final de 2020.

Saiba mais: Banco Inter prevê oito milhões de clientes até o final de 2020, diz presidente

“A gente sempre apostou em um crescimento sustentável. Vocês não vão ver a gente ‘comprar’ clientes, mas continuamos acelerando [a abertura de contas]”, disse o executivo.

O presidente do Banco Inter salientou ainda que, por conta do alto crescimento, o número de clientes no final do ano que vem pode ser ainda maior. “Em vez de terminar em 8 milhões em 2020 [como sugere a extrapolação matemática], pode terminar com 10 milhões”, disse Menin.

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Giovanna Almeida
Giovanna Oliveira escreve sobre economia e política para o portal Suno Notícias. Antes, foi repórter do portal de jornalismo da ESPM-SP e produziu conteúdo para a Corinthians TV. É estudante da ESPM.