EUA registram 1,1 milhão de pedidos de seguro-desemprego

EUA registram 1,1 milhão de pedidos de seguro-desemprego
O BC dos EUA manteve a taxa de juros entre 0% e 0,25%, após reunião realizada na última quarta-feira (16).

O número de solicitações do seguro-desemprego nos EUA foi de 1,186 milhão na semana encerrada em 1º de agosto, redução de 249 mil pedidos. Os dados foram divulgados pelo Departamento do Trabalho americano nesta quinta-feira (6).

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O total de pedidos de seguro-desemprego dos EUA apresentou uma desaceleração em comparação com o número registrado nas semanas anteriores. A previsão dos analistas do “The Wall Street” apontava para 1,423 milhão de solicitações.

Os pedidos da semana anterior foram ligeiramente revisados para cima, de 1,434 milhão para 1,435 milhão. Os pedidos feitos durante a crise do coronavírus já superaram todos os ganho de emprego desde a crise financeira de 2008.

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82% das empresas dos EUA têm resultados acima do esperado no 2T20

Segundo uma pesquisa realizada pelo Refinitiv IBES, 82,1% das empresas dos Estados Unidos tiveram resultados que superaram as expectativas de lucro no segundo trimestre de 2020. A maior marca da história desde o começo de pequisas desse tipo, em 1994.

Esses números positivos sobre os resultados trimestrais aumenta a esperança dos investidores de que o pior da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) tenha sido superado.

A notícia segue a divulgação dos resultados das principais empresas do setor de tecnologia dos Estados Unidos: Facebook, Apple, Amazon e Aplhabet (holdig controladora do Google), que tiveram um desempenho nas contas superior ao esperado pelos analistas do mercado.

Por outro lado, todavia, é necessário considerar que por causa dos efeitos do coronavírus as expectativas eram tão baixas que foi simples supera-las facilmente. As previsões eram de uma queda de quase 33,8% dos resultados em relação a 2019.

Todavia, os investidores parecem voltar a apostar que o impacto do isolamento social, o fechamento das empresas por longos períodos e as demissões do quadro de funcionários, poderiam não gerar resultados tão terríveis como se pensava.

Não por acaso o índice S&P 500 .SPX registrou um crescimento de quase 4% desde que os resultados começaram a ser divulgados em meados de julho, e já superou de 3,4% seu fechamento recorde de fevereiro passado, antes do começo da crise.

Por outro lado, a previsão dos analistas é que os lucros das empresas dos EUA listadas no S&P 500 ainda deverá ser o momento mais complicado da divulgação de resultados em 2020, além da maior queda no trimestre desde a grande crise financeira de 1929.

Poliana Santos

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