Eneva descobre fontes de petróleo na Bacia do Parnaíba, diz jornal

Eneva descobre fontes de petróleo na Bacia do Parnaíba, diz jornal
Eneva (ENEV3) recebe R$ 21 mi por venda de ativos no RS

A Eneva (ENEV3), companhia brasileira integrada no segmento de energia, descobriu indícios da existência de fontes de petróleo em sua área de concessão na Bacia do Parnaíba.

Segundo o “Brazil Journal”, fontes disseram que a Eneva está realizando testes para verificar a existência da commodity, os volumes envolvidos e a possibilidade de comercialização.

Confira: Grupo Casino diminui portfólio e já tem o mesmo valor de mercado que o GPA

A Eneva ainda não possui a obrigatoriedade regulatória de divulgar a descoberta, porém, segundo fontes, é esperado que a companhia comunique o mercado assim que concluídas as pesquisas. De acordo com uma fonte, a companhia prefere ter informações completas a dar espaço a versões fantasiosas.

Eneva tem a possibilidade de ampliar sua atuação

Sendo constatada a viabilidade comercial, a descoberta pode marcar uma nova fase para a Eneva.

O modelo de negócio da companhia é conhecido como reservoir-to-wire (R2W), geração térmica integrada aos campos produtores de gás natural. Até pouco tempo atrás, a empresa enfrentava o ceticismo do mercado sobre a capacidade de encontrar gás para alimentar suas plantas produtivas dessa forma.

A companhia possui um parque de geração térmica com 2,7 GW de capacidade contratada (81% operacional), sendo 1,4 GW à gás natural (67% ) e 725 MW à carvão mineral (33%). É a terceira maior empresa em capacidade térmica do Brasil, responsável por 11% da capacidade térmica a gás instalada nacional.

Veja também: AB InBev levanta US$ 5 bi com IPO da Budweiser em Hong Kong

No segmento de óleo e gás, é a maior operadora privada de gás natural do País. A capacidade de produção é de 8,4 milhões de m³ por dia. A Eneva opera mais de 50 mil km² de área de Amazonas (AM) e nas Bacias do Parnaíba (MA).

As ações primárias da Eneva, às 12h15 desta terça-feira (24), apresentavam alta de 2,79% na Bolsa de Valores de São Paulo. Nos últimas 12 meses, a companhia viu seus papéis valorizarem 113,68%.

Jader Lazarini

Compartilhe sua opinião