Eneva (ENEV3) afirma que não procurou ou iniciou tratativas com a Omega

Eneva (ENEV3) afirma que não procurou ou iniciou tratativas com a Omega
A ação da Eneva (ENEV3) fechou o pregão desta quinta-feira em queda de 1,65%, aos R$ 55,99.

Em fato relevante divulgado na noite da última quarta-feira (1), a Eneva (ENEV3) solicitou esclarecimentos sobre a notícia publicada pelo jornal “Valor Econômico”, que constava a informação de que a empresa estaria buscando “ativos potenciais para crescer por meio de aquisição ou fusão e teve conversa preliminar com a geradora de energia renovável Omega, avaliando uma potencial incorporação ou compra do controle”.

A Eneva destacou que, mesmo constantemente estudando potenciais combinações de negócios, que podem vir a melhorar as operações da companhia, não procurou ou iniciou qualquer tipo de tratativa com a administração da Omega Geração S.A ou representantes da empresa.

“A companhia reafirma, ainda, o seu compromisso com as melhores práticas de governança e transparência das informações divulgadas ao mercado, e prosseguirá realizando as divulgações de informações na forma
estabelecida na Lei nº 6.404/76 e nas normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM)”, informou a Eneva em fato relevante.

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Em comunicado enviado ao mercado na terça-feira (30), a Eneva SA afirmou que considera realizar uma nova oferta pela AES Tietê (TIET11). Isso porque o BNDESPar está próximo de se desfazer de sua participação na companhia.

“A administração da companhia, como é notório, entende que uma combinação de negócios envolvendo a Eneva e a AES Tietê Energia S.A. (“AES Tietê”) resultaria numa plataforma eficiente de ativos de geração de energia complementares, com grande diferencial competitivo, criando uma companhia capaz de desenvolver novos projetos necessários para atender, de maneira equilibrada e sustentável, o crescimento e a demanda de energia do país”, afirmou a Eneva em comunicado.

A companhia, porém, não citou em seu comunicado a empresa “Omega”, que, segundo o jornal “Valor Econômico”, poderia ser um alvo da Eneva para uma possível fusão.

Juliano Passaro

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