Eletrobras (ELET3) aprova pagamento de dividendos

Eletrobras (ELET3) aprova pagamento de dividendos
A Eletrobras (ELET3) finalizou a transferência de todas as ações que detinha na Eólica Mangue Seco 2 ao FIP Pirineus.

A Eletrobras (ELET3; ELET5; ELET6) comunicou aos seus acionistas nessas quarta-feira (29) que aprovou, durante assembléia geral ordinária, realizada na mesma data, o pagamento de dividendos para acionistas titulares de ações preferenciais e ordinárias.

Segundo o comunicado da Eletrobras, o valor pago aos acionistas titulares de ações preferenciais das classes “A” e “B” soma, aproximadamente, R$ 490,210 milhões, o que equivale a pouco mais de R$ 2,24 por ação preferencial da classe “A”, e R$ 1,74 por ação preferencial da classe “B”.

Por sua vez, o valor a ser pago aos acionistas titulares de ações ordinárias soma R$ 2.050.370 bilhões. Frente a isso, cada ação vale pouco mais de R$ 1,59.

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O documento destacou que os valores serão atualizados com base na variação positiva da taxa Selic, desde o começo do ano até a data do pagamento, que deve ser feito até 31 de dezembro desse ano.

Além disso, as ações serão negociadas ‘ex-dividendo’ a partir de 30 de junho de 2020, ao passo que farão jus ao recebimento dos dividendos os acionistas titulares de ações constantes na base acionária de 29 de julho de 2020.

Eletrobras elege nova diretora de Governança

A Eletrobras comunicou ao mercado há cerca de um mês  que seu conselho de administração elegeu Camila Gualdo Sampaio Araújo para ocupar o cargo de Diretora de Governança, Riscos e Conformidades da companhia.

De acordo com o comunicado, Araújo substituirá Lucia Maria Martins Casasanta que permanecerá no cargo até o dia 10 de julho. Casasanta foi indicada pelo acionista controlador para vaga no Conselho de Administração da estatal, cuja eleição acontecerá no dia 29 de julho.

Veja também: Privatização da Eletrobras (ELET3) é convergente, diz ministro

Araújo tomará posse em 13 de julho. A nova diretora da Eletrobras iniciou carreira na Arthur Andersen e posteriormente migrou para a Deloitte, onde atuou por quase 20 anos. Foi sócia de Riscos Regulatórios da Deloitte Brasil, com exposição em projetos de âmbito local e internacional e liderança na solução de Governança de Terceiros e avaliação de riscos.

Laura Moutinho

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