Dólar fecha em queda de 0,166%, a R$ 5,2319, com Fed e Copom

Dólar fecha em queda de 0,166%, a R$ 5,2319, com Fed e Copom
O dólar emendou a segunda queda com decisões de política monetária e mensagem do Fed no radar

O dólar hoje fechou a sessão em baixa de 0,166%, cotado a R$ 5,2319, com uma mensagem negativa do presidente do Federal Reserve (Fed) e um dia depois do Banco Central (BC) anunciar a manutenção da taxa Selic em 2,00% ao ano.

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O dólar amanheceu em alta nesta quinta-feira (16) após decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil. Por aqui, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve a taxa básica de juros no mesmo patamar.

No mesmo sentido, banco central norte-americano decidiu manter a taxa de juros entre 0% e 0,25%, depois de reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês). Ainda em território yankee, o chairman do Fed, Jerome Powell, reforçou suas dúvidas e incertezas no que concerne ao ritmo de recuperação da economia dos Estados Unidos em meio à pandemia.

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Com isso, veja quais foram as notícias no Brasil e no mundo que mexeram com o dólar nesta quinta:

  • Banco Mundial: recuperação econômica pode levar 5 anos
  • EUA reportam 860 mil pedidos de seguro-desemprego
  • BCE adota medidas para flexibilizar índice de alavancagem de bancos

Recuperação pode levar 5 anos

A economista-chefe do Banco Mundial, Carmen Reinhart,afirmou que a recuperação econômica global diante da crise do coronavírus pode levar até cinco anos.

“Provavelmente haverá uma recuperação rápida quando todas as medidas de restrição relacionadas aos bloqueios [para conter o coronavírus] forem suspensas, mas uma recuperação completa levará até cinco anos”, afirmou a economista.

A recessão deve durar mais em determinados países do que em outros e agravará a desigualdade. Isso se deve pois países mais pobres serão atingidos de forma mais intensa pela crise do que países ricos.

EUA têm 860 mil pedidos de seguro-desemprego

O número de solicitações do seguro-desemprego nos EUA chegou a 860 mil na semana encerrada em 12 de setembro, segundo dados do Departamento do Trabalho americano.

O total de pedidos apresentou uma desaceleração em comparação com o número registrado nas semanas anteriores, mas ainda assim permaneceu em níveis extremamente altos. A previsão dos analistas consultados pela “Reuters” apontava para 850 mil solicitações. As solicitações da semana anterior foram de 893 mil.

BCE adota medidas para manter fluxo de crédito

O Banco Central Europeu (BCE) concedeu mais uma rodada de alívio de capital para que as instituições financeiras mantenham o fluxo de crédito na economia da zona do euro.

A autoridade monetária informou que para estimular a concessão de crédito as instituições podem excluir moedas, notas e depósitos mantidos em bancos centrais para calcular a métrica do índice de alavancagem até junho de 2021. Segundo a autoridade monetária da região, o alívio aumentaria o índice de alavancagem agregada dos bancos de 5,36% para 5,66%, com base em dados do fim de março.

Última cotação do dólar

Tal como o dólar hoje, a moeda americana encerrou da última sessão quarta-feira (16) em queda, de 0,915%, negociado a R$ 5,2406.

Arthur Guimarães

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