Dólar encerra em alta de 1,55%, negociado a R$5,64

Dólar encerra em alta de 1,55%, negociado a R$5,64
Por voltas das 9h10, o dólar variava negativamente a 0,14%, sendo negociado a R$ 5,576.

O dólar encerrou nesta segunda-feira (28) em alta de 1,55%, negociado a R$ 5,64 em sua venda.

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Por volta das 9h10,o dólar operava em leve queda de 0,47%, sendo negociado a R$ 5,527. O mercado doméstico acompanha os índices internacionais e a reforma tributária e Renda Cidadã que foram apresentados ao presidente Jair Bolsonaro hoje.

Ao passo que no final da manhã, por volta das 11 horas as negociações da moeda inverteram para uma alta de 0,04%, negociada a R$5,55.

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Diante disso, confira as principais notícias que movimentaram o mercado nessa segunda-feira:

  • PIB: governo atualiza projeções e prevê déficit nominal de 17,2%, em 2020
  • Dívida Pública Federal sobe 1,56% em agosto, somando R$ 4,412 tri
  • Boletim Focus prevê IPCA 2020 em 2,05%; queda do PIB diminui de 5,05% para 5,04%

PIB do Brasil em 2020

O Ministério da economia divulgou nesta segunda-feira (28) atualizações das projeções fiscais para este ano, prevendo um déficit nominal de 17,2% do Produto Interno Bruto (PIB), ao passo que as previsões antigas eram de 17%.

Diante das novas projeções, a equipe econômica informou que as expectativas para um rombo primário são de R$ 871 bilhões para o governo central, representando 12,1% do PIB deste ano, ao passo que para o setor público consolidado é de R$ 895,8 bilhões, equivalente a 12,5% do Produto Interno Bruto do Brasil neste ano.

Saiba Mais: PIB: governo atualiza projeções e prevê déficit nominal de 17,2%, em 2020

As previsões antigas, feitas no dia 4 de setembro, eram de que os déficits do governo central e do setor público consolidado representariam 12,1% e 12,4% do PIB, respectivamente.

Dívida Pública Federal

O Tesouro Nacional informou nessa segunda-feira (28) que a Dívida Pública Federal (DPF) do Brasil ficou em R$ 4,412 trilhões em agosto desse ano, o que representa um avanço de 1,56% ante julho.

Nesse sentido, a oscilação da Dívida Pública Federal ficou fora da nova meta do Plano Anual de Financiamento (PAF), que prevê uma variação entre R$ 4,6 trilhões e R$ 4,9 trilhões para o fim do ano. Vale destacar que no final do mês passado o Tesouro mudou seu PAF.

Saiba Mais: Dívida Pública Federal sobe 1,56% em agosto, somando R$ 4,412 tri

Segundo o Tesouro informou, o resultado foi puxado pelo volume recorde de emissões no período analisado, uma vez que as emissões da DPF foram de R$ 114,1 bilhões, o que equivale ao maior valor para o mês de agosto desde o início da série histórica. Os resgates, por sua vez,  somara, R$ 82,21 bilhões.

Já a Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFi) teve um avanço de 1,35%, fechando agosto em R$ 4,174 trilhões. A Dívida Federal Externapor sua vez, cresceu 5,36% na comparação mensal e chegou a R$ 238,5 bilhões (cerca de US$ 43,55 bilhões).

Boletim Focus

Segundo projeções publicadas pelo Boletim Focus, nesta segunda-feira (28), o IPCA 2020 saiu de alta de 1,99% para 2,05%. Há um mês, estava em 1,77%. A projeção para o IPCA 2021 permaneceu em 3,01%. Quatro semanas atrás, estava em 3%.

Já o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que na última semana tinha previsão de queda de 5,05% neste ano, teve sua projeção levemente modificada, diminuindo para -5,04%. Há quatro semanas, a estimativa era de baixa de 5,28%. No mês de junho, a estimativa chegou a ser de um tombo de 6,28% na economia.

Saiba Mais: Boletim Focus prevê IPCA 2020 em 2,05%; queda do PIB diminui de 5,05% para 5,04%

Caso a projeção atual do Boletim Focus se concretize, será o pior desempenho da economia do País no último século, devido aos impactos da pandemia do novo novo coronavírus (Covid-19) no âmbito econômico.

No segundo trimestre de 2020, a o PIB recuou 9,7%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A divulgação do resultado do terceiro trimestre ocorrerá no dia 3 de dezembro deste ano. Para 2021, por sua vez, a previsão dos analistas do mercado financeiro, ouvidos pelo Banco Central (BC) é de um crescimento de 3,50%, pela 18ª semana consecutiva.

Última cotação do dólar

Na última sessão, sexta-feira (25), o dólar encerrou em alta de 0,8%, cotado em R$ 5,554.

Rafaela La Regina

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