CVM lista empresas inadimplentes no órgão; confira

CVM lista empresas inadimplentes no órgão; confira
CVM proíbe a Paladin Forex de atuar no Brasil

A Superintendência de Relações com Empresa (SEP) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou nesta terça-feira (14) a lista com 10 companhias abertas inadimplentes.

De acordo com a CVM, há no mínimo três meses que essas empresas não enviam pelo menos um dos documentos periódicos como: formulário de demonstrações financeiras padronizadas (DFP), formulário de informações trimestrais (ITR) e formulário de referência (FRE).

As 10 empresas que estão inadimplentes:

  1. Azevedo & Travassos (AZEV4)
  2. Brasil Pharma (BPHA3) – recuperação judicial
  3. Capitalpart participações (CPTP3B)
  4. Companhia Energética Sinop
  5. Fibam CIA Industrial – recuperação judicial
  6. Inds J B Duarte (JBDU4)
  7. João Fortes Engenharia (JFEN3)
  8. Longdis (POMO4)
  9. Refinaria Pet Manguinhos (RPMG3)
  10. Venture Capital Participações e Investimento

“Esse alerta para investidores e público em geral ressalta a importância de considerarem essas informações em suas relações com as companhias citadas ou em suas decisões de investimento”, disse a Superintende da SEP em exercício, Nilza Maria Silva de Oliveira.

CVM quer coibir uso de informação privilegiada em FIIs

A CVM pretende apresentar uma proposta em audiência pública para coibir o uso de informação privilegiada em fundos imobiliários (FIIs).

De acordo com o superintendente de desenvolvimento de Mercado da CVM, Antonio Berwanger, o órgão regulador pretende realizar uma reforma na instrução 472 para incluir artigos direcionados aos títulos imobiliários. Essa instrução estabelece proibições sobre o uso de informações privilegiadas para obtenção de lucro no mercado de capitais.

Confira Também: CVM alerta sobre atuação irregular de empresa estrangeira no Brasil

O superintendente da CVM afirmou que a regra aplicada atualmente para fundos imobiliários não é tão abrangente quanto a que é utilizada para as empresas de capital aberto. Ademais, Berwanger destacou que ainda não existem evidências de uso de informações privilegiadas em FIIs.

Poliana Santos

Compartilhe sua opinião