CVM lança caderno educacional sobre BDR para público investidor

CVM lança caderno educacional sobre BDR para público investidor
O lançamento do conteúdo educacional ocorre após a mudança que ampliou o acesso aos BDRs

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) comunicou nesta quarta-feira (12) o lançamento de um caderno educacional sobre Brazilian Depositary Receipts (BDR).

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O anúncio acontece um após a notícia de que a autarquia editou a Resolução CVM 3, que altera a regras relacionadas aos papéis. Com a mudança, investidores considerados “não qualificados”, isto é, que possuem no mínimo R$ 1 milhão em investimentos podem ter acesso aos BDRs.

Dessa forma, com o objetivo de oferecer mais informações ao público, a reguladora do mercado brasileiro elaborou o “Caderno CVM: BDR – Brazilian Depositary Receipts”.

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Segundo a autarquia, a publicação é gratuita e reúne as principais novidades trazidas com a mudança. Com isso, no caderno, deverão ser apresentadas informações sobre como investir, taxas e encargos da modalidade, além de características do investimento, funcionamento e riscos, abordando o assunto de forma completa.

“A Série Cadernos CVM aborda assuntos considerados de grande relevância para o público investidor e também para a área acadêmica. As publicações oferecem abordagem mais detalhada sobre cada um dos temas, como Fundo de Investimentos, Crowdfunding de Investimento, Mercado de Derivativos e Uso Indevido de Informação Privilegiada (Insider Trading), dentre outros”, destacou o órgão regulador.

CVM muda regra e amplia acesso a BDRs

A CVM informou na última quarta-feira (12) a alteração da regra dos depósitos de valores mobiliários, conhecidos como BDRs, dando acesso a ações, fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) e títulos de dívida cotados no exterior.

As regras também irão permitir que empresas brasileiras listadas no internacional, como a Stone, XP Inc. e PagSeguro, emitam seus papéis na bolsa brasileira, o que antes era coibido.

“Diante do movimento recente de empresas que optaram por outro mercado, agora vai haver a possibilidade de ao menos parte da oferta ficar aqui. Queremos reter parte da liquidez no mercado brasileiro”, afirmou o presidente da CVM, em entrevista sobre a mudança das regras sobre BDR.

Arthur Guimarães

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