Coronavírus: Malha aérea em agosto atinge 40% dos níveis pré-pandemia

Coronavírus: Malha aérea em agosto atinge 40% dos níveis pré-pandemia
Setor aéreo ensaia retomada com aumento constante no número de voos. (Foto: divulgação)

Os voos em agosto atingiram 40% dos níveis do período anterior a chegada da pandemia de coronavírus (Covid-19) no Brasil. A expectativa, de acordo com Ricardo Fenelon, ex-diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é chegar a marca de 70% a 80% dos voos domésticos em operação pré-pandemia. As informações são do jornal “Valor Econômico” e foram publicadas neste domingo (9).

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Segundo o levantamento feito por Fenelon, as aéreas Latam, Gol e Azul, as principais do mercado doméstico, faziam cerca de 2 mil voos por dia antes da chegada da pandemia de coronavírus em território brasileiro. Em abril, estes voos já caíram para 145.

Em maio, o setor começou a mostrar uma certa recuperação, com 235 voos por dia. Um mês depois, em junho, o número cresceu ainda mais, para 348 voos diários e em julho atingiu 598. Em agosto, o número subiu para 797 voos, que equivale a quase 40% dos índices anteriores à quarentena. Vale destacar que muitas empresas do setor aéreo anunciaram a retomada de voos domésticos e internacionais nas últimas semanas.

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A American Airlines, por exemplo, voltou com a operação dos voos São Paulo-Miami, que foram suspensos durante o período de isolamento social, e a Emirates retornou com a rota São Paulo-Dubai. “No mercado internacional, apesar do retorno dos voos, as perspectivas para os próximos meses não são muito animadoras. Primeiro, é importante observar que os voos estão sendo retomados com número de frequências bastante inferior e que muitos destinos não estão sendo atendidos”, disse Fenelon em relatório enviado a clientes neste domingo.

De acordo com o ex-diretor da Anac, as fronteiras podem ser um problema para o aumento desses números, pois muitas permanecem fechadas devido a pandemia de coronavírus que ainda está fazendo muitas vítimas em países como Estados Unidos e Brasil.

Juliano Passaro

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