Confira as 5 ações que mais desvalorizaram em setembro

Confira as 5 ações que mais desvalorizaram em setembro
Esta matéria não é uma recomendação de investimento de ações.

As ações cotadas nas Bolsas de Valores registram perdas e ganhos diários que dependem de vários fatores como: a economia do país, cenário externo e a gestão da empresa.

Para avaliar o desempenho médio da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) é utilizado o índice Ibovespa que mede o andamento das ações mais líquidas. No total, fazem parte do principal índice da B3 73 ativos de 72 companhias.

A metodologia do indicador é definida pela própria B3 através de uma carteira teórica de ações, cuja composição é modificada periodicamente.

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A escolha dos ativos que fazem parte deste índice é baseada em dois fatores:

  • liquidez
  • volume das ações

Desse modo, salientando que esta matéria não é uma recomendação de investimento, confira as cinco ações do Ibovespa que mais se desvalorizaram no mês de setembro, conforme apontado pelos especialistas em renda variável da SUNO Research.

1º B2W Digital

A B2W  Digital (BTOW3) ocupa 1° lugar de ativo mais desvalorizado no mês. No dia 31 de agosto, as ações encerraram sendo cotadas a R$ 112,09. Entretanto, no dia 30 de setembro os papéis encerraram sendo negociados a R$ 89,23.

Desse modo, durante o nono mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 19,73%.

A B2W anotou um prejuízo líquido de R$ 74,6 milhões no segundo trimestre de 2020. O resultado é 41,5% melhor do que o apresentado no mesmo período de 2019, quando o prejuízo ficou em R$127,6 milhões.

2º CSN

No dia 31 de agosto, as ações da CSN (CSNA3) encerraram sendo cotadas a R$ 16,50. Entretanto, no dia 30 de setembro os papéis encerraram sendo negociados a R$ 15,21.

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Desse modo, durante o nono mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 17,92%.

A CSN reportou um lucro líquido de R$ 446 milhões referente ao segundo trimestre de 2020, uma queda de 76,4% ante R$ 1.894 bilhão obtido no mesmo período de 2019.

3º PetroRio

No dia 31 de agosto, as ações da PetroRio (PRIO3) encerraram sendo cotadas a R$ 41,89. Entretanto, no dia 30 de setembro os papéis encerraram sendo negociados a R$ 34,89.

Desse modo, durante o nono mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 16,71%.

A PetroRio registrou um prejuízo de R$ 99,8 milhões no segundo trimestre deste ano. O resultado reverte o lucro líquido de R$ 164,7 milhões reportado no mesmo período do ano passado.

4º  Rumo

No dia 31 de agosto, as ações da Rumo (RAIL3) encerraram sendo cotadas a R$ 22,60. Entretanto, no dia 30 de setembro os papéis encerraram sendo negociados a R$ 19,06.

Desse modo, durante o nono mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 15,66%.

A Rumo apresentou um lucro líquido de R$ 404,5 milhões no segundo trimestre de 2020, uma alta de 116,4% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O volume transportado pela empresa no trimestre foi 13,9% acima do segundo trimestre de 2019.

5º Via Varejo

No dia 31 de agosto, as ações da Via Varejo encerraram sendo cotadas a R$ 20,50. Entretanto, no dia 30 de setembro os papéis encerraram sendo negociados a R$ 17,35.

Desse modo, durante o nono mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 15,35%.

A Via Varejo (VVAR3) reverteu o prejuízo de R$ 162 milhões, apresentado no segundo trimestre de 2019, e registrou lucro líquido de R$ 65 milhões no mesmo período deste ano. Os dados foram divulgados pela companhia na noite da última quarta-feira (12).

Investir em ações

Antes de qualquer investimento em ações é importante ressaltar que quitar as dívidas deve sempre ser a prioridade. Os analistas da SUNO Research sempre salientam que é necessário antes poupar dinheiro para depois investir, e nunca se endividar para investir ou investir endividado. Esta matéria não é uma recomendação de investimento de ações.

Poliana Santos

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