Confira 5 ações que mais desvalorizaram no mês de junho

Confira 5 ações que mais desvalorizaram no mês de junho
Ibovespa se descola das bolsas no exterior e cai 0,11% a 104.309 pontos

As ações cotadas nas Bolsas de Valores registram perdas e ganhos diários que dependem de vários fatores como: a economia do país, cenário externo e a gestão da empresa.

Para avaliar o desempenho médio da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) é utilizado o índice Ibovespa que mede o andamento das ações mais líquidas. No total, fazem parte do principal índice da B3 73 ativos de 72 companhias.

A metodologia do indicador é definida pela própria B3 através de uma carteira teórica de ações, cuja composição é modificada periodicamente.

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A escolha dos ativos que fazem parte deste índice é baseada em dois fatores:

  • liquidez
  • volume das ações

Desse modo, salientando que esta matéria não é uma recomendação de investimento, confira as cinco ações do Ibovespa que mais se desvalorizaram no mês de junho, conforme apontado pelo especialista em renda variável da SUNO Research, João Arthur.

1º Braskem

A Braskem (BRKM5)  ocupa 1° lugar de ativo mais desvalorizado no mês. No dia 1 de junho, as ações encerraram sendo cotadas a R$ 27,70. Entretanto, no dia 30 de junho os papéis encerraram sendo negociados a R$ 23,22.

Desse modo, durante o sexto mês do ano de 2020, as ações da companhia registraram uma desvalorização de 16,29%.

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A Braskem teve um prejuízo de R$ 3,65 bilhões no primeiro trimestre de 2020. No mesmo período do ano passado, a companhia teve resultado positivo de R$ 928 milhões.

2º BRF

No dia primeiro de junho, as ações ordinárias da BRF (BRFS3) encerraram sendo cotadas a R$ 23,67. Entretanto, no dia 30 de junho os papéis encerram sendo negociados a R$ 21,26.

Desse modo, durante o sexto mês do ano de 2020, as ações da fabricante de alimentos registraram uma desvalorização de 8,08%.

A companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 38 milhões no período. O valor é 66,2% menor do que o prejuízo apresentado no mesmo período de 2019. O prejuízo atribuído aos sócios da controladora foi de R$ 45,9 milhões.

3º CPFL Energia

No dia 1 de junho, as ações ordinárias da CPFL Energia (CPFE3)encerraram sendo cotadas a R$ 31,72. Entretanto, no dia 30 de junho os papéis encerram sendo negociados a R$ 30,66.

Desse modo, durante o sexto mês do ano de 2020, as ações da companhia de energia registraram uma desvalorização de 4,93%.

A CPFL Energia apresentou lucro líquido de R$ 904,1 milhões no primeiro trimestre deste ano. Esse valor é equivalente a alta de 58,5%, em relação ao mesmo período em 2019.

4º JBS

No dia 1 de junho, as ações ordinárias da JBS (JBSS3) encerraram sendo cotadas a R$ 21,96. Entretanto, no dia 30 de junho os papéis encerram sendo negociados a R$ 21,15.

Desse modo, durante o sexto mês do ano de 2020, as ações da indústria de alimentos registraram uma desvalorização de 3,73%.

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A JBS reportou um prejuízo líquido de R$ 5,933 bilhões no primeiro trimestre de 2020, contra um lucro líquido de R$ 1,092,7 bilhão no mesmo período do ano anterior.

5º Marfrig

No dia 1 de junho, as ações ordinárias da Marfrig (MRFG3) encerraram sendo cotadas a R$ 13,15. Entretanto, no dia 30 de junho os papéis encerram sendo negociados a R$ 12,61.

Desse modo, durante o sexto mês do ano de 2020, as ações da companhia de alimentos à base de proteína registraram uma desvalorização de 3,22%.

A Marfrig informou que obteve um lucro líquido de R$ 32 milhões no primeiro trimestre de 2020. Esse valor corresponde a alta de 643% em relação ao mesmo período do ano em 2019, quando ficou em R$ 4 milhões.

Investir em ações

Antes de qualquer investimento em ações é importante ressaltar que quitar as dívidas deve sempre ser a prioridade. Os analistas da SUNO Research sempre salientam que é necessário antes poupar dinheiro para depois investir, e nunca se endividar para investir ou investir endividado. Esta matéria não é uma recomendação de investimento.

Poliana Santos

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