BTG Pactual (BPAC11) anuncia oferta pública de fundo de investimento

BTG Pactual (BPAC11) anuncia oferta pública de fundo de investimento
BTG Pactual (BPAC11) compra Necton Corretora por R$ 350 milhões

O fundo de investimento em participações BTG Pactual Infraestrutura Dividendos (BDIV11), do BTG Pactual (BPAC11), anunciou oferta pública de distribuição primária de cotas na bolsa de valores de São Paulo (B3).

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O banco de investimentos informou que a oferta consistirá em uma distribuição inicial de 8 milhões de cotas classe A, totalizando R$ 800 milhões com o preço único a R$ 100, ou ainda de R$ 826,9 milhões no valor de R$ 103,33.

O recursos levantadas com a operação serão destinador para a aquisição de valores mobiliários das sociedades iniciais (Linhares, PCH Braço e Tropicália) e de ativos financeiros (títulos de emissão do Banco Central e/ou do Tesouro Nacional, títulos emitidos por instituições financeiras e/ou cotas de fundos de investimento).

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A operação será coordenada pelas instituições financeiras Credit Suisse (Coordenador Líder); Banco Safra e BB Investimentos. A oferta é destinada somente a investidores qualificados ou profissionais que se qualificaram como investidores institucionais ou investidores não institucionais.

O fundo, buscando incorporar boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG), tem como objetivo proporcionar aos cotistas a valorização de seus ativos no médio e no longo prazo.

O BTG Pactual Infraestrutura Dividendos é um fundo constituído sob a forma de condomínio fechado, que atua no setor de energia. A instituição terá prazo de duração de 30 anos contados a partir da data da primeira integralização, sendo que o prazo pode ser prorrogado por períodos adicionais de 30 anos, a depender da aprovação da assembleia geral de cotistas do fundo.

BTG Pactual nega interesse em usinas da Atvos

Na última quinta-feira (15), após publicação do “Valor Econômico”sob o título “BTG negocia compra da sucroalcooleira Atvos”, o banco de investimento esclareceu que não avalia, “nem nunca avaliou”, adquirir o controle das usinas sucroalcooleiras de Atvos.

Além disso, a companhia comunicou que esta transação não se enquadra nas estratégias de nenhuma das áreas de atuação do BTG Pactual. Segundo o jornal, o banco estaria interessado na compra das usinas sucroalcooleiras da Atvos, pertencentes à Odebrecht e que estão em recuperação judicial desde maio do ano passado.

Arthur Guimarães

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