Braskem (BRKM5): Alaska reduz participação acionária para 4,97%

Braskem (BRKM5): Alaska reduz participação acionária para 4,97%
A Braskem sofreu um ataque virtual no dia 7 de outubro (foto: divulgação)

A Braskem (BRKM5) informou, na última sexta-feira (14), que o fundo de investimento Alaska reduziu a participação acionária na petroquímica.

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A Alaska reduziu para 17.175.800 ações preferencias emitidas pela Braskem, o que corresponde a 4,97% do total de papéis preferenciais. O fundo, que possui como cofundador o Henrique Bredda, também declarou possuir 4.100.00 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações da petroquímica.

De acordo com a Alaska, “a redução da participação societária teve por objetivo a mera realização de operações financeiras, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”.

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Odebrecht contrata Morgan Stanley para venda da Braskem

A Odebrecht, gigante no ramo de construções, contratou a instituição financeira Morgan Stanley para coordenar a retomada do processo de venda da Braskem. A empresa, que teve seu processo de recuperação judicial homologado há aproximadamente 10 dias, comunicou sobre a medida na semana passada.

A segunda empresa que mais detém participação na Braskem, a estatal petroleira, Petrobras (PETR3;PETR4), também tem como intuito vender suas ações na companhia. Este movimento, entretanto, deverá ocorrer no Novo Mercado da B3. Com a venda das ações por parte das duas maiores acionistas da petroquímica, ela poderá se transformar em uma empresa “pura”.

A Odebrecht estima que a venda das ações na companhia ocorrerá em um período de até três anos. O grupo fundado em Salvador, na Bahia, possui 38,3% do capital total da Braskem e 50,1% do votante. Por outro lado, a Petrobras detém 36,1% da petroquímica, e 47% das ações votantes.

A Braskem possui um valor de mercado avaliado em aproximadamente R$ 18,6 bilhões. A empresa já chegou a ser estimada em R$ 48 bilhões, em setembro de 2018. Desconsiderando um possível prêmio de controle, a Odebrecht poderia levantar R$ 7,1 bilhões com a venda de sua participação na Braskem.

Poliana Santos

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