Bahia firma acordo para adquirir 50 milhões de doses da vacina da Rússia

Bahia firma acordo para adquirir 50 milhões de doses da vacina da Rússia
Os testes da vacina de Oxford, conhecida como ChAdOx1 nCoV-19, haviam sido interrompidos após a reação adversa em uma voluntária britânica.

O governo da Bahia anunciou, na última quinta-feira (10), que assinou acordo para adquirir 50 milhões de doses da vacina da Rússia contra o novo coronavírus (covid-19).

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A Bahia é o segundo estado brasileiro a firmar um acordo com a produção da vacina da Rússia. O primeiro foi o Paraná. O imunizante russo, conhecido como Sputnik V, está previsto para ser testado em outubro deste ano, se os órgãos reguladores do Brasil aprovar.

O governador do estado, Rui Costa, não detalhou os valores do acordo. Segundo Costa, a vacina poderá ser fornecida para todo o País quando ela for aprovada.

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“A Bahia assinou um acordo de cooperação com o fundo soberano da Rússia, o RDIF, para o fornecimento de 50 milhões de doses da vacina Sputnik V, a primeira contra o coronavírus registrada em todo o mundo”, escreveu Costa no Twitter.

O estado receberá 500 doses iniciais assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o protocolo para a testagem. De acordo com o governador, a intenção é iniciar os testes em outubro.

O acordo de confidencialidade com o governo russo estabelece que todas as informações científicas do imunizante sejam repassadas para a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (Bahiafarma). No primeiro momento, o protocolo da vacina será analisado pelo comitê de ética do Instituto Couto Maia, em Salvador, depois ao Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conepe), em Brasília, além da Anvisa.

Se o protocolo for aprovado em todos os processos avaliativos, a Bahia iniciará o teste clínico da vacina da Rússia em 500 participantes.

Poliana Santos

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