Argentina planeja criar nova taxa de juros unificada

Argentina planeja criar nova taxa de juros unificada
Argentina planeja criar nova taxa de juros unificada

A Argentina informou nesta segunda-feira (19) que decidiu fazer alterações em sua política monetária, planejando, portanto, agrupar duas taxas de referência diferentes com a finalidade de reduzir o excesso de liquidez em pesos no mercado.

lead suno imagem ilustrativa

Receba as principais notícias do mercado diariamente.

Receba Grátis conteúdo exclusivo sobre Poupança, Ações, Economia e muito mais!

Parabéns! Cadastro feito com sucesso.

Ops! Algo deu errado. Tente novamente.

lead suno background

O Banco Central da Argentina informou que sua taxa real de política monetária deve estar entre as taxas de recompra e taxa de juros das letras de liquidez (Leliq), ou próxima a 33%, de acordo com pessoas as quais têm conhecimento direto do assunto, que pediram anonimato.

O ministro da Economia, Martín Guzmán, informou na última sexta-feira (16) durante teleconferência com investidores, que o governo tem a intenção de aproximar as diferentes taxas para que haja apenas uma taxa de referência, entre 32% e 33%, segundo uma pessoa que participou da ligação.

Conheça o Suno One, a central gratuita de informações da Suno para quem quer aprender a investir. Acesse clicando aqui.

Um porta-voz do banco central, ao ser contatado para se pronunciar sobre o tema, declarou que isso faz parte de uma “estratégia para harmonizar as taxas”.

Além disso, nas últimas semanas, o banco argentino tem aumentado as taxas de recompra e cortado a taxa Leliq, explicando que desta forma a política monetária se tornará mais eficiente e reduzirá o custo de absorção do excesso de liquidez.

PIB da Argentina cai 19,1% no 2T20 com impactos da pandemia

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec) divulgou no dia 22 de setembro os cálculos preliminares sobre a atividade econômica da Argentina e apontou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país teve um queda de 19,1% no segundo trimestre desse ano ante o segundo trimestre de 2019.

Os dados divulgados ainda mostram que na comparação com o primeiro trimestre desse ano, a atividade econômica do país caiu 16,2%. Já no acumulado do semestre é anotada uma queda de 12,6%.

O Indec apontou que o desempenho negativo da Argentina foi puxado pelos setores de hotéis e restaurantes, com uma queda anualizada de 73,4%, ao passo que as atividades de serviços comunitários sociais e pessoais também puxaram o desempenho, com uma queda de 67,7%.

Com informações do Estadão Conteúdo.

 

Rafaela La Regina

Compartilhe sua opinião