Amazon lança programa para identificar produtos falsificados no Brasil

Amazon lança programa para identificar produtos falsificados no Brasil
Apenas o trabalho presencial possui a "capacidade de conectar pessoas e fazerem as equipes trabalharem juntas, você pode fazer isso virtualmente, mas não é tão espontâneo. Estamos ansioso para voltar ao escritório", afirma a Amazon. 

A Amazon comunicou nesta terça-feira (11) a ampliação de seu programa “Project Zero”, que visa identificar produtos falsificados em sua plataforma, para o Brasil e outros seis países.

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O projeto da Amazon foi criado no ano passado e já foi lançado em nações como Austrália, Holanda, Arábia Saudita, Cingapura, Turquia e nos Emirados Árabes Unidos, somando 17 países em que o programa está ativo.

A iniciativa tem como objetivo de forma automatizada, por meio de machine learning, apontar potenciais produtos falsificados dentro da plataforma da companhia.

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“A Amazon está comprometida em proteger nossos clientes e as marcas com as quais colaboramos em todo o mundo”, destacou o vice-presidente de confiança ao cliente e suporte ao parceiro da Amazon, Dharmesh Mehta, em nota.

De acordo com o executivo, o programa foi construído com base em investimentos de longa data por parte da companhia para garantir que os usuários sempre recebam produtos autênticos ao comprar em seu marketplace.

“Estamos entusiasmados em compartilhar que o Projeto Zero agora está sendo usado por mais de 10 mil marcas, de grandes globais a empreendedores emergentes, incluindo Arduino, BMW, ChessCentral, LifeProof, OtterBox, Salvatore Ferragamo e Veet, para citar apenas alguns”, ressaltou.

Qualquer empresa pode participar do programa da Amazon

O programa da gigante de tecnologia possibilita a participação de qualquer empresa desde que a mesma possua uma marca registrada e cadastro no serviço de propriedade intelectual da Amazon, o Brand Registry.

Com isso, para integrar o “Project Zero” ainda é necessário ter reportado violações nos últimos seis meses com taxa de aceitação de pelo menos 90%. Além disso, para ter acesso à ferramenta, a marca deve manter uma precisão cirúrgica de 99% nas solicitações.

A iniciativa para evitar a promoção de itens falsificados na Amazon foi criada em 2019 e já foi adotada por mais de 10 mil marcas, de pequenos empreendedores a empresas multinacionais.

Arthur Guimarães

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