Amazon Brasil: shoppings vão vender pela plataforma

Amazon Brasil: shoppings vão vender pela plataforma
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Os shoppings Eldorado, em São Paulo, e Nova América, no Rio de Janeiro vão levar suas lojas para a plataforma online da Amazon Brasil. Os empreendimentos terão uma página exclusiva no marketplace a partir de junho.

De acordo com a Ancar Ivanhioe, administradora dos dois shoppings, a iniciativa faz parte de um projeto de digitalização de vendas. A empresa quer que todos os empreendimentos estejam na Amazon até o final deste ano.

“Em 2019, já havíamos lançado aplicativos para os shoppings que administramos e adiantamos em dois meses o calendário de inovações que tínhamos programado para os próximos dois anos”, disse o diretor de marketing da Ivanhoe, Diego Marcondes, ao jornal “Folha de S.Paulo”.

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“Agora, com a estratégia de levar os shoppings para a plataforma de marketplace, geramos curadoria para os lojistas e expandimos a disponibilidade dos shoppings para um âmbito nacional. Quanto mais oportunidades de compra e venda, tanto para o lojista quanto para o consumidor melhor”, completou Marcondes.

Segundo o presidente da empresa, Evandro Ferrer, os consumidores permanecerão comprando online pós-pandemia. “Os shoppings e o varejo como um todo precisaram acelerar a digitalização”.

Amazon pretende manter 125 mil dos 170 mil trabalhadores temporários

A Amazon informou que pretende manter 125 mil dos 175 mil trabalhadores que contratou, temporariamente, esse ano nos Estados Unidos. As contratações ocorreram entre março e abril quando a companhia de Jeff Bezos viu a demanda por entregas crescer devido ao aumento das compras online, ocasionado pelas medidas de isolamento social indicadas para conter a disseminação do novo coronavírus (covid-19).

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A empresa norte-americana declarou que contratou esses funcionários “em funções sazonais para atender o aumento da demanda e, para muitos, havia a esperança de retornar às empresas anteriores quando os Estados começarem a reabrir”. Alguns empregados podem optar por voltar ao antigo trabalho, declarou a companhia, outros podem optar por permanecer em funções sazonais ou em meio período.

Atualmente a companhia mantém cerca de 500 mil empregados com contratos não temporários. Contudo, entre os 175 mil colaboradores contratados temporariamente pela Amazon, há funcionários terceirizados, como por exemplo motoristas de entregas. Frente a isso, a continuação do contrato é assunto referente aos contratantes.

Poliana Santos

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