Acordo automotivo entre Brasil e Paraguai deve sair quinta, diz Bolsonaro

Acordo automotivo entre Brasil e Paraguai deve sair quinta, diz Bolsonaro
Acordo automotivo entre Brasil e Paraguai deve sair quinta, diz Bolsonaro

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, informou nesta quarta-feira (4) que há possibilidades de que o acordo automotivo com o Paraguai “saia amanhã”.

Bolsonaro deve se encontrar com o mandatário do Paraguai na cúpula do Mercosul que acontece na próxima quinta-feira (5) no Rio Grande do Sul. Além do país vizinho, o presidente do Brasil deve se encontrar com Argentina, Uruguai e os demais membros do bloco.

Em meados de setembro, o ministro das Relações Exteriores do País, Ernesto Araújo, anunciou o início das negociações de um acordo bilateral automotivo.

Para Araújo, os dois países “vivem um momento de grande convergência de políticas e de visão do mundo. Estamos em um momento ideal para colocar em prática uma política estratégica para Brasil e Paraguai”.

O anúncio foi feito após o encontro entre Araújo e o ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Antonio Rivas Palacios.

Os representantes ressaltaram que um dos resultados da boa relação entre os dois países é a criação de três pontes entre Brasil e Paraguai. As construções, segundo Araújo, vão “aumentar dramaticamente a conectividade a competitividade das regiões beneficiadas” pelas obras.

Palacios afirmou que a construção das pontes é relevante porque significa que ambos os países colocaram na prática o que foi acordado. Ele citou especificamente o caso da ponte que será construída pelo lado paraguaio da Itaipu Binacional.

A obra será realizada entre o município sul-mato-grossense de Porto Murtinho e a cidade paraguaia de Carmelo Peralta, servindo de base para o corredor rodoviário bioceânico que irá interligar o litoral brasileiro à costa chilena.

Confira Também: Brasil e Argentina planejam responder as tarifas norte-americanas

Além de assinar o acordo automotivo com Paraguai, Bolsonaro deve se reunir durante a cúpula do Mercosul com a Argentina para coordenar um resposta às tarifas que deverão ser retomadas nos EUA sobre o aço e o alumínio provenientes do país argentino e Brasil.

Poliana Santos

Compartilhe sua opinião