Confira as 4 ações que mais desvalorizaram no mês de novembro

Confira as 4 ações que mais desvalorizaram no mês de novembro
Confira as 4 ações que mais desvalorizaram no mês de novembro

As ações cotadas nas Bolsas de Valores registram perdas e ganhos diários que dependem de vários fatores. Esse andamento representa uma desvalorização ou valorização do valor total de uma empresa. Diversos fatores como: a economia do País, cenário externo e crise na empresa influenciam as variações dos papéis.

Para avaliar o desempenho médio da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) é utilizado o índice Ibovespa que mede o andamento das ações mais líquidas. A metodologia do indicador é definida pela própria B3 através de uma carteira teórica de ações, cuja composição é modificada periodicamente.

A escolha dos ativos que farão parte deste índice é baseada em dois fatores:

  • liquidez
  • volume das ações

Para entender melhor o que ocorreu no Ibovespa no décimo primeiro mês do ano de 2019, o SUNO Notícias inicia uma série sobre as ações que mais se valorizaram, desvalorizaram e as que mais pagaram dividendos.

O especialista de renda variável da SUNO Research, João Arthur, apontou quatro empresas do Ibovespa que mais se desvalorizaram no mês de outubro.

Ações que mais desvalorizaram

1° CVC Brasil

A CVC (CVCB3) é a maior operadora e rede de varejo de turismo do Brasil e das Américas em valor de reserva contratada, passageiros, embarcados e número de lojas físicas.

No dia 1° de novembro, primeiro pregão do mês, as ações da CVC encerraram sendo cotadas a R$ 53,05. Entretanto, no dia 29 os papéis encerram sendo negociados a R$ 40,14.

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Desse modo, durante o décimo primeiro mês do ano de 2019, a  empresa de turismo registrou uma desvalorização de 21,65%.

2° e 3° Eletrobras

A Eletrobras (ELET3; ELET5; ELET6) é uma líder em geração e transmissão de energia elétrica no Brasil.

No dia 1° de novembro as ações da Eletrobras (ELET6) encerraram sendo cotadas a R$ 41,11. Entretanto, no dia 29 os papéis encerram sendo negociados a R$35,93. Por sua vez, ocupando o terceiro lugar, estão as ações ordinárias (ELET3) que registraram R$ 39,73 no primeiro dia do mês e R$ 34,83 no último dia.

Dessa forma, no mês anterior os papéis ELET6  registraram uma desvalorização de 12,34% e as ações ELET3 desvalorizaram 11,92%.

4° Gol

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes (GOLL4) é a maior companhia aérea do Brasil em número de passageiros, tendo 36% de participação do mercado doméstico. A empresa opera em 60 territórios brasileiros e em 23 destinos internacionais.

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No dia 1° de novembro as ações preferenciais da  Gol encerraram sendo cotadas a R$ 36,40. Entretanto, no dia 29 os papéis encerram sendo negociados a R$34,06.

Desse modo, durante o décimo primeiro mês do ano de 2019, as ações da empresa de aviação registraram uma desvalorização de 6,94%.

Investir mas com cuidado

Antes de qualquer investimento em ações é importante ressaltar que quitar as dívidas deve sempre ser a prioridade. Os analistas da SUNO Research sempre salientam que é necessário antes poupar dinheiro para depois investir, e nunca se endividar para investir ou investir endividado.

Poliana Santos

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