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    Tributação regressiva: quando vale a pena optar por ela?

    Tributação regressiva: quando vale a pena optar por ela?

    Tema essencial para quem pensa em fazer um plano de previdência privada, por medo de como será a aposentadoria através da Previdência Social nos próximos anos, a tributação regressiva é uma possibilidade de tributação existente nos planos de previdência encontrados no mercado.

    E é preciso entender como a tributação regressiva funciona antes de optar por um ou outro tipo de aplicação na hora de investir.

    O que é tributação regressiva?

    Tributação regressiva é uma das modalidades existentes para o pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) dentro dos planos de aposentadoria privada. Neste caso em específico, quanto maior o tempo do investimento, menor será a alíquota do tributo. Esta opção abarca PGBL ou VGBL.

    Lembrando que PGBL é a sigla para Plano Gerador de Benefício Livre, enquanto VGBL significa Vida Gerador de Benefício Livre.

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    Como funciona a tributação regressiva?

    Todo plano que possui uma tributação regressiva terá uma tabela progressiva. Esta define o número de anos que esta aplicação financeira terá.

    Vale lembrar que ao tratar de plano de aposentadoria, estamos falando de um investimento de longo prazo. Algo que deve ser iniciado um bom tempo antes da pretendida data de resgate.

    As alíquotas do Imposto de Renda na tabela progressiva, mas com imposto regressivo são de:

    • 35% para aplicações com prazo de até dois anos;
    • 30% se a aplicação for de dois a quatro anos;
    • 25% em investimentos de quatro a seis anos;
    • 20% para aplicações de seis a oito anos;
    • 15% nos investimentos de oito a 10 anos;
    • 10% acima dos 10 anos.

    Por isso, esta opção costuma ser mais vantajosa para quem escolher esta aplicação no longo prazo, já que quanto maior o número de anos do investimento, menor será o imposto a ser pago.

    Vamos usar como exemplo dois profissionais. Um que deseja se aposentar em sete anos e outro que pretende parar de trabalhar em 15 anos. Ambos investiram quantias diferentes e  obtiveram um montante final de R$ 100 mil com seus investimentos.

    O que deseja resgatar o dinheiro em sete anos pagará R$ 20 mil de Imposto de Renda e o que pretende sacar os valores em 15 anos, terá de pagar apenas R$ 10 mil à Receita Federal. Assim funciona o IR regressivo.

    Mas é importante saber que também existe no mercado a opção de tributação progressiva. Nela, o funcionamento é de tabela regressiva.

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    PGBL e VGBL

    Por mais que ambos sejam utilizados com um mesmo fim elas têm diferenças entre si. Especialmente no tocante ao Imposto de Renda.

    No PGBL, o tributo pode ser pago mensalmente ou no final do investimento. Mas o IRPF só incide sobre o total acumulado, ou seja, sobre depósitos e rendimentos.

    Já no VGBL o tributo só pode ser pago na hora do resgate do investimento, com incidência sobre o rendimento da aplicação, não sobre o total depositado.

    Foi possível saber mais sobre tributação regressiva? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.

    Tiago Reis
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