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    Resumo da Semana: Queda na bolsa, incertezas externas mas indicadores positivos

    Resumo da Semana: Queda na bolsa, incertezas externas mas indicadores positivos
    Bull and Bear Market Investment Business Icon Concept

    O Ibovespa encerrou a semana registrando 85.761 pontos, o que representou, no dia de ontem (02), um aumento de 0,45% no pregão. Na semana, contudo, o fechamento no patamar referenciado representou uma queda de 1,75%. No acumulado de 2018, porém, a alta do Ibovespa segue bastante expressiva, apresentando, até então, uma valorização de 12,25%.

    Já o Ifix – índice que reflete a variação média de uma carteira representativa dos Fundos Imobiliários – apresentou, no dia de ontem, uma baixa de 0,29%. Na semana, contudo, o benchmark apresentou uma valorização de 0,10%, ao passo que, no ano de 2018, a alta acumulada é positiva em 3,17%.

    No cenário econômico, uma das noticias mais relevantes se fez através do anúncio feito na quinta-feira (01) pelo Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), de que a balança comercial – diferença entre exportações e importações do Brasil– fechou fevereiro com o maior saldo positivo para o mês desde o início da série histórica, em 1989. No mês passado, o país vendeu US$ 4,907 bilhões a mais do que comprou do exterior.

    O recorde anterior da balança comercial em meses de fevereiro havia sido registrado no ano passado, quando o superávit da balança comercial tinha atingido US$ 4,555 bilhões. O resultado deste ano, no entanto, foi inflado pela exportação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,535 bilhão que não saiu do país, mas foi comprada por subsidiárias brasileiras no exterior e, em seguida, registrada no Brasil como equipamento alugado.

    Outro ponto de destaque que ocorreu na última semana foi a declaração feita também na quinta-feira (01) pelo presidente norte-americano, Donald Trump, através da qual informou que vai estabelecer tarifas de importação de aço e de alumínio no país.

    O anúncio veio durante uma reunião com representantes da indústria na Casa Branca. Donald Trump disse que vai impor uma tarifa de 25% sobre o aço importado pelos Estados Unidos e de 10% sobre o alumínio.

    “Vocês vão estar protegidos pela primeira vez em muito tempo, e vão voltar a crescer. É só isso que eu peço, que a indústria volte a crescer”, disse Trump, se dirigindo a empresários da siderurgia. O presidente afirmou que as tarifas vão ficar em vigor por muito tempo e que pretende oficializar a decisão na semana que vem.

    O governo brasileiro declarou que as afirmações de Donald Trump causam enorme preocupação e que, se a taxação for confirmada, as exportações brasileiras de aço e alumínio serão afetadas. O governo informou, ainda, que a maior parte do aço que o Brasil vende para lá serve de matéria-prima para a indústria americana, e que, por isso, espera negociar para evitar restrições que dariam prejuízos aos dois países.

    No mais, a semana foi marcada, também, pela continuação da divulgação por parte das companhias abertas dos seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2017. Apesar da já publicação de várias e representativas empresas listadas na bolsa, o período de exposição dos números contábeis continuará até o final deste mês de março.

    Como sempre, seguiremos atentos a tais números – principalmente naqueles que dizem respeito às empresas presentes em nossas carteiras Suno Dividendos e Suno Valor – de modo que, caso surja qualquer fator inesperado, possamos esclarecer de maneira ágil e direta o andamento de tais conjunturas a nossos assinantes.


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