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    Resumo da Semana: Dias de grandes promoções na bolsa e divulgação do IPCA pelo IBGE

    O Ibovespa encerrou a semana registrando novamente a tendência observada desde o fim de abril, mas que se intensificou nessas últimas semanas, com a paralisação dos caminhoneiros em todo o Brasil. Com isso, o índice mais representativo da bolsa brasileira encerrou o dia de ontem (08) registrando 72.942 pontos, o que significou uma queda de -1,23% do dia. Na semana, a variação foi também negativa, porém de expressivos -4,97%, ao passo que, no acumulado de 2018, até então, o descaimento do índice já acumula -4,53%.

    No que tange o Ifix – o índice representativo da variação média dos Fundos Imobiliários – um cenário também de queda, porém menos expressivo do que o visto no Ibovespa (movimentação esta um tanto quanto esperada dada a menor volatilidade dessa classe de ativos), foi observado. No pregão de ontem, o índice variou -0,86%, fechando o dia na casa dos 2.143 pontos. No acumulado da semana, o índice também apresentou uma queda, dessa vez de -3,21% e, como complemento, em 2018 até então a desvalorização acumula -3,75%.

    Diante de tais conjunturas de quedas e incertezas, é fato que, para investidores apreciadores do Value Investing, um quadro de muitas oportunidades foi apresentado nessas últimas semanas, e pôde proporcionar, por consequência, oportunidades grandiosas de bons investimentos com atrativas margens de segurança no âmbito do longo prazo.

    Nós, da Suno Research, mantivemos e seguiremos mantendo contato direto com nossa base de assinantes, de modo a transparecer segurança e indicações de aplicações vantajosas nesse contexto através do qual a grande maioria percebe apenas desespero. Em momentos como esse que atravessamos agora no mercado de capitais brasileiro, é muito importante nos lembrarmos a todo instante da famosa frase preconizada por ninguém menos que Warren Buffett, o Oráculo de Omaha: “Tenha medo quando os outros estão gananciosos. Seja ganancioso quando os outros têm medo”.

    No mais, a semana foi marcada, também, pela divulgação feita ontem, no Rio de Janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de que a inflação – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – fechou maio com alta de 0,40%, praticamente dobrando em relação ao apurado na alta de abril, que foi de 0,22%. Segundo o instituto, tal resultado foi pressionado pela alta dos combustíveis, principalmente a gasolina, e da energia elétrica.

    Contudo, mesmo com o aumento, o resultado acumulado nos primeiros cinco meses do ano ficou em 1,33%, o menor para o período desde a implantação do Plano Real, em 1994. Os dados indicaram, ainda, que a inflação acumulada nos últimos 12 meses subiu para 2,86% contra 2,76% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio do ano passado, a alta foi de 0,31%.

    Vale destacar que o IPCA é a inflação oficial do país e serve de balizamento para o plano de metas fixado pelo Banco Central. O indicador acumulado em 12 meses continua abaixo da meta fixada pelo BC: 3%.

    Diante de tais conjunturas, seguiremos, como sempre, vigilantes às movimentações negativas dos preços dos ativos de grande valor negociados na bolsa, de modo que possamos, com isso, seguir proporcionando serenidade e sensatez para os investidores – principalmente os iniciantes – diante desses cenários nos quais, literalmente, oportunidades de ouro são oferecidas pelo Senhor Mercado para investidores de valor e que desenvolvem com confiança o nobre hábito da paciência em seus investimentos.

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