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    Radar do mercado: Petrobras (PETR4) comunica a venda do campo de Maromba

    Radar do mercado: Petrobras (PETR4) comunica a venda do campo de Maromba

    Na data de ontem (10), a Petróleo Brasileiro S.A. comunicou, ao mercado e aos seus acionistas, em continuidade ao comunicado de 08/03/2019, que finalizou a venda da totalidade da sua participação de 70% no campo de Maromba.

    O campo fica localizado em águas rasas na Bacia de Campos, e foi vendido para a empresa BW Offshore Production do Brasil Ltda.

    A operação foi concluída com o pagamento da primeira parcela, de US$ 20 milhões, para a Petrobras após o cumprimento de todas as condições precedentes e ajustes previstos no contrato.

     

    O valor restante da transação, US$ 70 milhões, será pago em duas parcelas.

    A primeira parcela, de US$ 20 milhões, será paga em até 15 dias úteis após o início das atividades de perfuração de poços para o desenvolvimento do campo. Já a segunda parcela, de US$ 50 milhões, será paga em até três meses após o primeiro óleo ou três anos após o início das atividades de perfuração de poços para o desenvolvimento do campo, o que ocorrer primeiro.

    Além disso, a Petrobras informou que essa operação está alinhada à otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da empresa, visando à geração de valor aos acionistas.

    Adicionalmente, a petroleira comunicou que o campo de Maromba é oriundo do bloco BC-20, outorgado para a Petrobras na Rodada Zero e está localizado em águas rasas ao sul da Bacia de Campos próximo aos campos de Peregrino e Papa-Terra, que atualmente se encontram em produção.

    A declaração de comercialização do campo ocorreu em 2006, sendo portador de óleo pesado (16º API), mas que ainda não foi desenvolvido.

    Com a aquisição das participações da Petrobras, a BW Offshore passa a ser a operadora do campo.

    A presente operação está em linha com os desinvestimentos que a Petrobras se propôs a fazer nos últimos meses. Deste modo, a empresa busca focar em ativos de maior capacidade operacional.

    Apesar das vantagens relacionadas a estes desinvestimentos, ainda consideramos que a companhia tem muito a melhorar antes de considerarmos um possível investimento. Deste modo, continuamos de fora da companhia.

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    Tiago Reis
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