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    Radar do Mercado: Qualicorp (QUAL3) relata operação de busca e apreensão de documentos na sede da companhia

    Radar do Mercado: Qualicorp (QUAL3) relata operação de busca e apreensão de documentos na sede da companhia

    A Qualicorp divulgou um comunicado a seus acionistas e a todo o mercado informando que uma operação de busca e apreensão de documentos na sede da companhia foi realizada na quinta-feira (22/10) de manhã.

    O mandato de busca e apreensão foi realizado sob determinação da 2ª Vara   Federal Criminal da Subseção Judiciária de São Paulo, que tem como especialidade crimes contra o sistema financeiro nacional e de lavagem e ocultação de bens, direitos e valores.

    Essa operação foi realizada pela Polícia Federal, sob o âmbito da Operação Triuno, que, entre outros pontos, busca provas para uma investigação sobre corrupção e pagamento de propina a auditores fiscais.

    Nesse sentido, a operação tem como objetivo obter provas e identificar outros autores dos crimes de corrupção, associação criminosa, sonegação tributária, embaraço à investigação que envolva organização criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e elaboração e uso de documento ideologicamente falso.

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    Na quinta-feira (22/10), a operação cumpriu 14 mandatos de busca e apreensão: um em Santo André, dois em Barueri, um na cidade do Rio de Janeiro e 10 na cidade de São Paulo, incluindo o mandato realizado na sede da Qualicorp.

    Em comunicado, a administração da Qualicorp informou: “A nova administração da Companhia informa que adotará as medidas necessárias para apuração completa dos fatos, bem como colaborará com as autoridades públicas competentes”

    A Operação Triuno investigou que empresas supostamente simulavam a contratação de serviços de escritórios de advocacia e de empresas de assessoria para converter o dinheiro em espécie, que era dado a auditores fiscais. Em troca, eles reduziam o pagamento de tributos dessas empresas.

    Por fim, ao aprofundar essa investigação, a PF ainda descobriu novos pagamentos irregulares, que dessa vez simulavam a contratação de serviços de corretagem de planos de saúde, os quais não eram prestados devido à suposta falta de capacidade operacional da empresa contratada.

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    Tiago Reis
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