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    Radar do Mercado: Log in (LOGN3) divulga resultado de 2019

    Radar do Mercado: Log in (LOGN3) divulga resultado de 2019

    A companhia registrou lucro de R$ 11,2 milhões no ano de 2019 versus R$ 6,1 milhões no ano de 2018. O resultado positivo veio em decorrência de melhor desempenho operacional em 2019 que anotou crescimento de 28,4% no EBIT.

    Dessa forma, enquanto o EBIT no ano de 2019 foi de R$ 172,5 milhões, no ano de 2018 foi de R$ 134,3 milhões.

    O desempenho do EBIT vem em linha com a Receita Operacional Líquida (ROL), que também apresentou aumento em relação ao ano de 2018. A ROL saiu de R$ 977,4 milhões em 2018 para R$ 1.052,2 milhões em 2019, um crescimento de 7,7%. O fato se explica pelo aumento das receitas com transporte e das receitas do Terminal de Vila Velha.

    Vale ressaltar que o lucro auferido no ano de 2018 teve influências positivas não-recorrentes e resultado positivo de alienação, que, se fossem desconsiderados, reverteriam o resultado do ano para um prejuízo de R$ 56,3 milhões.

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    Os eventos não-recorrentes foram o reconhecimento de créditos fiscais de PIS/COFINS, no montante de R$ 94,7 milhões, e da sua respectiva atualização monetária, no valor de R$ 82,5 milhões. Já o resultado positivo da alienação veio da Tercam, de R$ 12,1 milhões.

    No que diz respeito ao desempenho operacional, a companhia destacou que atingiu a marca histórica de não haver acidente com perda de tempo em toda a frota no ano de 2019.

    Além disso, a companhia reportou a entrada em operação de um novo navio construído na China, o Log-In Polaris, que fez seu primeiro embarque em novembro de 2019. Com isso, foi possível trazer outra embarcação, adquirida em março de 2020 por sua subsidiária na Áustria, e fretá-lo a casco nu para a Log-In Brasil.

    Outro destaque que tomou relevância no documento foi a questão do coronavírus, que, de acordo com a companhia, não impactou seus negócios de maneira relevante até o dia 16 de março de 2020. Com isso, as demonstrações financeiras divulgadas não foram influenciadas pela pandemia.

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    Tiago Reis
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