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    Radar do Mercado: CVC (CVCB3) divulga prejuízo de R$ 1,15 bilhão no 1T20

    Radar do Mercado: CVC (CVCB3) divulga prejuízo de R$ 1,15 bilhão no 1T20

    A CVC Corp (CVCB3) reportou prejuízo de R$ 1,15 bilhão no 1T20, ante um lucro líquido (pro forma) de R$ 46 milhões no mesmo período do ano passado.

    O resultado foi fortemente impactado por efeitos não recorrentes, como o reconhecimento de impairment de intangíveis (R$ 637,5 milhões), a provisão PDD Covid-19 (R$ 64,7 milhões) – relacionada à perda futura esperada com o impacto da pandemia – e a provisão para perda de créditos fiscais diferidos (R$ 302,7 milhões).

    Dessa maneira, o prejuízo ajustado – desconsiderando os efeitos não recorrentes – totalizou R$ 72,9 milhões no 1T20, ante um lucro líquido ajustado de R$ 57,8 milhões (pro forma) no 1T19.

    Já a Receita Líquida totalizou R$ 289,6 milhões, uma queda de 35,9% se comparada aos R$ 451,9 milhões (pro forma) registrados no mesmo período do ano passado.

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    O endividamento da companhia (relação entre Dívida Líquida e Ebitda) foi de 4,09 vezes (pro forma) e 3,17 vezes (contábil).

    Para preservar a saúde financeira, a companhia reduziu a remuneração da diretoria executiva e do conselho de administração em 50%, além da jornada de trabalho de grande parte dos seus colaboradores também em 50%.

    Em virtude das medidas adotadas, os gastos mensais recorrentes da empresa foram reduzidos para uma média de R$ 52 milhões ao longo do segundo trimestre de 2020.

    O setor em que a companhia está inserida foi um dos mais atingidos pela pandemia da Covid-19, que resultou em uma queda significativa das vendas de pacotes de viagens, tanto nacionais como internacionais.

    Apesar disso, a companhia acredita que a retomada do turismo no Brasil e na América Latina ganhará força nos próximos trimestres – e que está pronta para liderar o segmento com inovações em pacotes, formas de pagamento e vendas omnichannel.

    Por fim, o rating da companhia foi rebaixado para Br CCC- pela agência de Standard & Poor’s.

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    Tiago Reis
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