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    Radar do Mercado: Azul (AZUL4) anuncia venda de sua participação acionária na TAP ao governo português

    Radar do Mercado: Azul (AZUL4) anuncia venda de sua participação acionária na TAP ao governo português

    A Azul anuncia ter alcançado um acordo com o governo português para permitir uma injeção de capital vital na TAP. O acordo consiste na venda da participação indireta da companhia brasileira na TAP – 6%, por aproximadamente R$ 65 milhões –, e na eliminação do direito de conversão dos bônus seniores detidos pela companhia – de € 90 milhões, com vencimento em 2026.

    ​Além disso, todas as demais condições contratuais dos bônus seniores serão mantidas, incluindo status de credor sênior, taxa de juros anual de 7,5% e direito à constituição das garantias previstas nos respetivos termos e condições, como o programa de fidelidade da TAP.

    ​O valor de face mais juros acumulados do título é de aproximadamente R$ 729 milhões, e a transação permanece sujeita às aprovações corporativas exigidas pela Azul – inclusive dos acionistas, em assembleia geral extraordinária (AGE).

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    John Rodgerson, CEO da Azul, afirmou: “Como muitas outras companhias aéreas em todo o mundo, a TAP foi severamente impactada pela crise da pandemia de Covid-19. Com a ajuda fornecida pelo governo português, seremos capazes de garantir a continuação da TAP, e também manter a integridade de nosso investimento”​.

    ​“Encerramos o mês com 168 voos diários em dias de pico, para 57 cidades, e manteremos esse ritmo nos próximos meses”, apontou Rodgerson. “Em julho, esperamos fazer 240 decolagens em dias de maior demanda, para 72 cidades, e em agosto teremos 303 decolagens em dias de pico, para 80 cidades”, completou.

    A companhia aérea informou que a demanda consolidada em junho, medida pelo tráfego de passageiros (RPKs), aumentou 43,6% em relação a maio de 2020 – diante de um crescimento de 37,1% na oferta, medida pela capacidade (ASKs). Com isso, a taxa de ocupação no mês passado atingiu 75,5%, um aumento de 3,5 pontos percentuais na comparação com maio.

    Nos voos domésticos, a demanda em junho cresceu 47% sobre maio, enquanto a oferta avançou 43,9% no mesmo intervalo. A taxa de ocupação em junho chegou a 75,7% (contra 74,1% em maio). Já nos voos internacionais, a demanda em junho foi 27,8% maior do que em maio, ao passo que a oferta cresceu 9,7% no período. A taxa de ocupação nos voos para o exterior ficou em 74,3% no mês passado, ante 63,8% em maio.

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    Tiago Reis
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