Por: Tiago Reis

Radar do mercado: Copel (CPLE6) comunica contratação de energia incentivada

Na última sexta-feira (20), a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) comunicou, ao mercado e aos seus acionistas, que a Copel Comercialização S.A. (Copel Energia) realizou, na mesma data, o Leilão de Compra de Energia Incentivada Solar e Eólica.

Além disso, foram contratados 127,9 MW médios, pelo prazo de 15 anos, com início de fornecimento em janeiro de 2023.

Os empreendimentos vencedores totalizam 444,3 MW de capacidade instalada e a Copel acredita que esta contratação amplia o seu portfólio de produtos oferecidos aos clientes, além de impulsionar a geração de energia a partir de fontes renováveis.

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Por outro lado, a Copel informou que 46 MW médios da energia contratada já foram comercializados em contratos de 10 e 15 anos.

Adicionalmente, a empresa informou que, em 20 de setembro de 2019, foram liberadas as últimas três unidades geradoras da Usina de Energia Eólica Maria Helena S.A., adicionando 6,3 MW de potência instalada ao Complexo Eólico Cutia, totalizando 180,6 MW em operação.

Com isso, o Complexo Eólico Cutia está com 100% das suas unidades geradoras em operação comercial e, em conjunto com o Complexo Eólico Bento Miguel, perfazem 13 parques eólicos com capacidade instalada de 312,9 MW.

A Copel é uma empresa que gera, transmite, distribui e comercializa energia, além de atuar no segmento de telecomunicações.

Atualmente, a companhia atende diretamente a 4,6 milhões de unidades consumidoras em 395 municípios e 1.113 localidades.

Além disso, a Copel possui 46 usinas próprias (20 hidrelétricas, 1 térmica e 25 eólicas), opera 1 usina hidrelétrica em regime de cotas e tem participação em 11 outros empreendimentos de geração de energia.

Conta atualmente com 6.735 km de linhas de transmissão e 198.922 km de linhas de distribuição.

Seu capital social é distribuído tal como mostrado abaixo.

Por fim, mantemos o nosso racional a respeito da Copel, por se tratar de uma empresa estatal. Neste tipo de investimento, os interesses do acionista minoritário podem ser tratados com menor importância, de modo que este sai prejudicado pela falta de alinhamento de interesses.

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.

3 comentários

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  • Roberto 23 de setembro de 2019

    Gostaria de saber, por que vc só analisa empresas que não recomenda comprar as ações?

    Responder
    • Suno Research 23 de setembro de 2019

      Isso não é verdade, analisamos muitas empresas, algumas recomendamos, algumas não. Tem artigos e vídeos gratuitos com algumas recomendações, e também tem as nossas carteiras recomendadas, onde temos várias empresas com relatórios completos explicando as indicações:
      https://www.sunoresearch.com.br/nossas-assinaturas/

      Responder
  • Bartolomeu 23 de setembro de 2019

    Mesmo tratando-se de uma empresa estatal, mantenho uma pequena posição da enérgica na minha carteira. E sempre que tenho disponibilidade aumento a minha posição por se tratar de uma boa pagadora de proventos.

    Responder
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