Por: Tiago Reis

Previdência privada vale a pena? Saiba porque NÃO investir nisso

O assunto previdência privada tem se tornado cada vez mais comum no conceito das finanças pessoais dos brasileiros. Isso ocorre mediante a atual conjuntura política e econômica do país, sobretudo no que se diz respeito às reformas pautadas no Congresso Nacional.

A preocupação no que se refere ao planejamento do futuro e a obtenção de recursos para se sustentar na terceira idade faz com que muitas pessoas comecem a investir recursos pensando em utiliza-los posteriormente. Por conta disso, os princípios por detrás da previdência privada precisam ser esclarecidos de maneira consistente.

O que é previdência privada?

A previdência privada é um tipo de investimento disponibilizado para pessoas físicas com o caráter de longo prazo, e que apresenta como principal função ser um complemento à previdência pública disponibilizada pelo Governo.

Assim sendo, esse tipo de plano financeiro não possui ligação ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e possui a sua fiscalização sob responsabilidade da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

E-book: Investindo para Aposentadoria

Construa a sua aposentadoria! Aprenda como gerar renda passiva para garantir o seu futuro investindo nos melhores ativos do mercado.

Como podemos ver pelo próprio nome, a ideia desse investimento é que ele seja um complemento ao benefício de aposentadoria público.

Apesar disso, ele não é voltado exclusivamente para quem quer se aposentar. É chamado de previdência por ser um investimento de longo prazo, que tem como data de vencimento uma data distante.

O seu princípio de funcionamento se faz através de aportes periódicos por parte do investidor – geralmente mensais.

Através deles, o gestor do plano de previdência privada em questão aplica esse montante normalmente em aplicações de baixo risco, como títulos de renda fixa, por exemplo.

Ao final do prazo pré-estabelecido, o investidor então resgata o montante que foi aportado, na periodicidade que achar mais conveniente de acordo com suas necessidades, juntamente com os rendimentos daquilo que foi aportado e aplicado pelo gestor do plano.

Vale ressaltar que, é possível, de antemão, escolher o valor e a periodicidade da contribuição, ao passo que o valor investidor pode ser resgatado antes do prazo estabelecido, em caso de desistência por parte do investidor.

Nesse caso, entretanto, seria necessária a verificação da carência do produto financeiro em questão. Neste sentido, é interessante mencionar que, quanto antes uma pessoa começa com um plano dessa natureza, menor tende a ser as parcelas mensais pagas no programa. Ou seja, o valor pago é diretamente proporcional à idade do contribuinte desse sistema.

Há de se destacar, também, que não há idade mínima e nem a necessidade de comprovação de renda para a maioria dos planos de previdência privada disponíveis no mercado.

Como funciona um plano de previdência privada?

Previdência privada

Antes de optar por esse produto é importante saber como a previdência privada funciona. Como já dissemos, essa previdência nada mais é do que um investimento de longo prazo.

Tendo essa ideia em mente, é importante saber que a aplicação tem duas fases distintas. A primeira delas é a fase de acúmulo. Ou seja, nesse momento, você vai depositar uma quantia mensal estabelecida no momento da contratação. Esses depósitos são mensais e duram entre 20 e 35 anos.

Para chegar ao valor da mensalidade, as empresas fazem o cálculo para descobrir quanto é necessário guardar por mês para obter a renda desejada no fim do período. Entre os dados que são levados em conta estão: expectativa de vida divulgada pelo IBGE e projeções de taxas de juros para as próximas décadas.

A outra fase é a renda. Assim que o período anterior se encerra, você começa a receber o dinheiro que foi aplicado. Evidentemente, como em qualquer aplicação financeira, o valor depositado retorna com os rendimentos conseguidos no período.

A rentabilidade da quantia é conseguida pois o administrador desse fundo de previdência coloca os recursos em outras aplicações conservadoras, como a renda fixa. Nesse tipo de investimento, a rentabilidade é previsível.

Essa é uma alternativa seguida pela maioria dos gestores de fundo. As aplicações são em renda fixa e em papéis do Tesouro Nacional, os mesmos disponíveis via plataforma Tesouro Direto. Esse é um programa de venda de títulos do governo federal. A aplicação é considerada segura e tem atraído cada vez mais interessados.

Segundo estimativas do mercado, 90% dos planos de previdência atuam vinculados à renda fixa.

Há, no entanto, exceções. Os fundos de previdência podem fazer outros investimentos obedecendo algumas regras. Há um limite para a aplicação em ações, que chega a 70% da carteira.

Também pode haver a compra de até 10% dos ativos em moeda estrangeira, o que possibilita investimentos no exterior. Outra possibilidade é aplicação em Certificados de Operações Estruturadas (COE) e em ETF, os Exchange Traded Funds.

Infográfico Previdência Privada

Taxas da previdência privada

Antes de optar por qualquer tipo de plano de previdência, é fundamental saber quais são as taxas cobradas pelos bancos ou seguradoras. Existem três tipos de cobranças que merecem a atenção de qualquer investidor:

  • Taxa de administração. Esse é o custo da gestão do fundo. A incidência é sobre o patrimônio total do fundo. Tem um grande impacto na aplicação, por isso o ideal é encontrar o agente que oferece a menor taxa possível, que varia entre 1,5 e 3% ao ano.
  • Taxa de carregamento. É cobrada a cada contribuição realizada, ou seja, mensalmente. Pode chegar, em alguns casos, a até 3%. Ou seja, se você aplicar R$ 2 mil e a taxa for de 2%, será aplicado um desconto de R$ 40 e o total efetivamente aplicado será de R$ 1960. Alguns bancos isentam o consumidor dessa taxa de carregamento caso a aplicação seja de um valor alto.
  • Taxa de saída. Trata-se de um percentual descontado no momento em que há a retirada antecipada dos recursos. No entanto, essa cobrança só ocorre caso haja movimentação nos primeiros anos da aplicação. Em geral, os planos de previdência impõem prazos de carência. Após esse período, já não há cobrança de taxas de saída.

É importante que o investidor busque sempre as menores taxas possíveis. Isso para garantir uma rentabilidade maior no futuro. Uma taxa de 2% pode parecer pequena, mas se for cobrada ao longo de dez anos consome grande parte da lucratividade esperada.

O ideal é pesquisar as condições oferecidas por cada agente financeiro e dar preferência ao que possibilitar um menor gasto.

10 livros que todo investidor deveria ler

Portabilidade da previdência privada

Caso você não esteja satisfeito com as taxas cobradas pelo seu plano de previdência privada, uma alternativa é fazer a portabilidade. Essa migração pode ser feita para um fundo mais barato da mesma instituição ou então para outro banco.

Para fazer com que isso aconteça, basta procurar a instituição para a qual você quer migrar seu plano e solicitar a mudança. Após a apresentação de todos os documentos, a operação é concretizada em até cinco dias.

Tributação de previdência privada: PGBL ou VGBL?

previdência privada

Quando falamos de previdência privada, estamos nos referindo aos planos PGBL e VGBL. Apesar de algumas semelhanças, os planos se diferem, entre outros detalhes, pela forma de tributação na hora do resgate.

O que é o PGBL?

O PGBL é o Plano Gerador de Benefício Definido. Ele é indicado para aquele contribuinte que faz a declaração completa do imposto de renda. Isso porque, com ele, é possível abater até 12% da renda bruta tributável (salários e demais rendimentos) na hora de calcular  o imposto.

Por exemplo, vamos imaginar que uma pessoa tenha um salário de R$ 10 mil e aplica mensalmente R$ 1200 em PGBL. O imposto de renda desse cidadão vai passar a incidir em cima dos R$ 8800 restantes.

Por outro lado, na hora usufruir do benefício, ou seja, resgatar os recursos, a cobrança de IR é em cima de todo o capital investido e não somente sobre os rendimentos.

O que é o VGBL?

VGBL é a sigla para Vida Gerador de Benefício Livre. Esse modelo é indicado para quem opta por declarar imposto de renda via modelo simplificado, utilizando o desconto padrão de 20%. Diferentemente do PGBL, não há dedutibilidade fiscal por conta desse investimento.

Entretanto, no resgate dos recursos, a cobrança de IR é feita sobre o ganho de capital e não sobre o total aplicado.

Tributação progressiva e regressiva

Assim que dá início ao plano de previdência, o investidor deve optar por uma das duas formas de tributação possíveis na hora do resgate.

Uma dessas opções é a tabela progressiva, que segue a mesma lógica aplicada aos salários e ao carnê-leão. Dessa forma, até um determinado valor, o valor é isento de imposto de renda. Depois, a alíquota vai crescendo entre 7,5% e 27,5%. Em 2019, os valores são esses:

Base de CálculoAlíquota
De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,657,5%
De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,0515%
De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,6822,5%
Acima de R$ 4.664,6827,5%

 

Guia do Imposto de Renda para Investidores

Esse regime progressivo de tributação é adequado para quem tem valores menores a receber ou caso o contribuinte tenha muitas despesas a abater, como planos de saúde.

A outra opção é mais simples e também a mais utilizada. Trata-se da tabela regressiva. Ela funciona da seguinte forma: nos dois primeiros anos, caso haja resgate, a alíquota do IR é de 35%. A partir daí, a cada dois anos, cai cinco pontos. Após dez anos, a alíquota cobrada é de 10%. Veja a tabela abaixo com os valores do regime regressivo.     

Tempo de aplicaçãoTributação (IR)
Até 2 anos35%
De 2 a 4 anos30%
De 4 a 6 anos25%
De 6 a 8 anos20%
De 8 a 10 anos15%
Mais de 10 anos10%

 

Vantagens da previdência privada

previdência privada

Para saber se um plano de previdência privada vale a pena ou não, você deve pesar os prós e os contras, antes de qualquer tomada de decisão.

Primeiramente, vamos falar das vantagens da previdência privada. Os principais pontos de destaque são:

1. A gestão profissional do capital aplicado. A previdência privada é ligada a um banco ou uma seguradora. Assim, um gestor profissional acompanha o desempenho dessa aplicação. Conforme os anos vão passando, esse gestor faz a alocação do capital, procurando oportunidades mais adequadas.

2. A previdência privada costuma ser um plano de investimento que incentiva o contribuinte a poupar. É possível fazer a programação de débitos mensais na conta.

3. Graças à portabilidade, caso você não esteja satisfeito com os resultados do investimento, é possível migrar para outra instituição.

Desvantagens da previdência privada

Pensar na aposentadoria, sem depender ou então complementando o INSS, é importante. Entretanto, os planos de previdência privada têm algumas desvantagens, que devem ser levadas em conta.

1. Baixo rendimento frente a outras aplicações no mercado financeiro. A rentabilidade de uma previdência privada vai variar conforme a composição desse fundo. Como trata-se de um investimento de longo prazo, outras opções trazem resultados melhores.

2. Altas taxas tradicionalmente cobradas no setor que podem tornar o serviço pouco atrativo. Grande parte dos planos de previdência cobra taxas administrativas, de carregamento e também de saída. Ao fazer as contas, a rentabilidade cai. Ao longo dos anos, esse dinheiro pago apenas em tarifas vai fazer a diferença no total.

3. Tendência a não acompanhar o mercado por conta da comodidade que esse tipo de aplicação sobrepõe ao investidor. A comodidade pode fazer com que o investidor acabe tendo prejuízos, ao não acompanhar passo a passo os rumos de seu investimento.

4. Não possuir cobertura pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Os planos de previdência privada não contam com garantias em caso de quebra da instituição.

5. Existência de carência no caso da opção de resgate antecipado do capital aplicado;

Planilha de Controle de Investimentos

Faça o controle completo das suas ações, FIIs e todos os seus investimentos com a nossa planilha gratuita de Controle de Investimentos!

Exemplos de previdência privada

As principais instituições financeiras do país oferecem planos de previdência privada. Cada uma delas tem algumas características específicas. A seguir, veja mais detalhes sobre os planos disponibilizados por Caixa, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Santander.

  • Caixa: Aplicação oferecida em geral para os correntistas. A rentabilidade varia entre 3 e 6%, o que é considerado baixo. Isso ocorre por conta das taxas de administração que são cobradas.
  • Bradesco: um dos maiores bancos privados do país oferece um simulador para ajudar na decisão do investimento. Com os resultados desse cálculo, é possível fazer uma comparação entre rendimentos. O fundo de previdência privada perde para índices como Ibovespa e CDI.
  • Banco do Brasil: Possui duas alternativas de investimento em previdência privada, uma mais conservadora e outra mais arrojada. Apesar disso, os rendimentos só chegam a cobrir a inflação, o que não é o esperado.
  • Itaú: o banco oferece um simulador de rendimentos. Fazendo um comparativo, a previdência privada não é um bom negócio. Com investimento em ações e dividendos. é possível conseguir o dobro de patrimônio, com a mesma aplicação.
  • Santander: O banco divide esse tipo de investimento em 3 tipos: conservador, moderado e arrojado. A rentabilidade de todos gira em torno de 7%. Levando em conta a inflação, o os ganhos reais são bem baixos.

Vale a pena investir na previdência privada?

Como vimos, os planos de previdência privada, como PGBL e VGBL apresentam taxas de rentabilidade baixas. Quais seriam, então, os melhores investimentos de longo prazo para quem pretende se aposentar e ter uma renda extra no futuro?

Existem diversas opções para aqueles que não querem depender exclusivamente do INSS e não querem pagar as taxas que acabam diminuindo o retorno da previdência privada.

Investimentos com retornos melhores do que previdência privada

Para se aposentar com uma rentabilidade melhor que a previdência privada, o ideal é montar uma carteira previdenciária, que inclua preferencialmente ativos geradores de dividendos, ou seja, títulos, ações e fundos imobiliários.

A palavra chave para quem quer montar essa carteira é a diversificação. Com uma carteira diversificada, você escapa mais facilmente da volatilidade do mercado de capitais.

E, evidentemente, a melhor alternativa para quem quer investir pensando na aposentadoria são os ativos de renda variável. A renda fixa deve ocupar apenas uma pequena fração da sua carteira.

Ações e dividendos

Ações são as menores partes de uma empresa. Quem compra uma ação se torna proprietário dessa companhia de capital aberto. E, por conta disso, tem direito a seus lucros.

Os dividendos são justamente parte desses lucros que a empresa reparte entre seus acionistas. A legislação brasileira determina que as empresas devem repassar pelo menos 25% de seu lucro líquido. O restante deve ser reinvestido na estrutura da própria empresa. Investir pensando em dividendos consiste, portanto, em  buscar aquelas empresas que pagam os maiores dividendos.

Se analisarmos o histórico do investimento em ações, vamos perceber que, no longo prazo, o mercado de ações é sempre mais rentável do que o investimento de longo prazo em renda fixa.

Aprenda como analisar uma ação

Além disso, com prazos longos, o risco de mercado é baixo. Quem compra ações com o objetivo de ganhar dividendos não precisar ficar tão atento às oscilações do preço dos papéis.

Como não há intenção de vender as ações, os valores momentâneos não tem grande importância. O fundamental é fazer a escolha adequada de empresas consistentes, que possam garantir a formação de um patrimônio sólido ao longo do tempo.

Uma última vantagem do recebimento de dividendos de ações é o fato de que esses valores são isentos de imposto de renda, independentemente do valor. Isso acontece porque a empresa que paga esses valores já foi tributada antes da divisão do lucro.

Investir em dividendos não é difícil. Mas se você tem alguma dúvida, a dica é fazer o nosso minicurso Aprenda a Investir em Dividendos.

Diferentemente, quem investe em ações com o objetivo de acumular dividendos não se sujeita às oscilações do preço do papel no mercado, porque não há a intenção de vender suas ações. Assim, pouco importa se o valor da ação momentaneamente caiu, porque isso não impacta na estratégia do investidor.

Fundos imobiliários

Investir em fundos imobiliários é uma alternativa para quem quer preparar-se para a aposentadoria e não quer abrir uma conta de previdência privada. Eles são fundos de investimentos que aplicam recursos em grandes imóveis, como edifícios comerciais, shopping centers, hospitais, ou em papéis ligados ao setor imobiliário.

De uma certa forma, é como se você comprasse uma parte de determinados imóveis. Em troca, como proprietário, você recebe os recursos dos aluguéis. Esse é um investimento que dá retorno mensal e pode se tornar uma forma de complementar a renda.

Investir em imóveis é, historicamente, uma forma de se proteger contra a inflação e ver o dinheiro valorizar. O fundo permite que haja o investimento nesse mercado, sem a compra efetiva de um imóvel.

Assim como os dividendos, os rendimentos mensais provenientes dos fundos imobiliários não são tributados, pois são isentos de imposto de renda.

Minicurso: Investindo em Fundos Imobiliários

Inscreva-se no nosso minicurso curso gratuito sobre FIIs e aprenda os principais conceitos para investir e viver da renda de Fundos Imobiliários!

Diante dessa breve elucidação a respeito das vantagens e desvantagens dos planos de previdência privada disponibilizados por diversas instituições do mercado, é possível perceber que, para aquelas pessoas que possuem um conhecimento relevante do mercado financeiro, existem muitas alternativas mais atrativas e que podem ser mais rentáveis no longo prazo e, assim propiciar uma carteira previdenciária de investimentos mais interessante.

Perguntas Frequentes sobre Previdência Privada
O que é previdência privada?

Previdência privada é um tipo de investimento de longo prazo, que tem como característica garantir uma renda após um determinado período de contribuição.

Também é chama de previdência complementar, pois serve como complemento à previdência pública do INSS, Instituto Nacional do Seguro Social.

Previdência privada é um bom investimento?

Não. Se comparado com outros tipos de investimento de longo prazo, sejam de renda fixa ou variável, a previdência privada perde em todos os cenários.

Apesar de apresentar algumas vantagens, quem investe em previdência privada acaba deixando de ganhar dinheiro.

Nesses casos, apesar da comodidade e da tributação diferenciada, o investimento acaba não valendo a pena, por conta de taxas e baixa remuneração.

Quais as taxas pagas para um plano de previdência privada?

São três tipos de taxa. A taxa de aministração é referente ao gerenciamento do fundo pode chegar a até 3%. A tarifa de carregamento é cobrada a cada contribuição feita.

E, por último, existe a taxa de saída, que desconta um percentual caso haja a saída antecipada de recursos.

Qual a diferença entre PGBL e VGBL?

PGBL é a sigla para Plano Gerador de Benefício Definido. Os valores mensais investidos podem ser abatidos da renda tributável do Imposto de Renda. Já na hora do resgate, a cobrança é feita em cima de todo o capital investido.

VGBL significa Vida Gerador de Benefício Livre. Na hora de investir, não existe dedutibilidade fiscal. Por outro lado, no momento da retirada, o imposto de renda é cobrado apenas em cima dos rendimentos realizados.

Quais investimentos podem substituir a previdência privada?

Quem pensa na aposentadoria deve escolher investimentos de longo prazo, preferencialmente. Investimentos em ações que pagam dividendos ou fundos imobiliários são os mais indicados do que a previdência privada.

Bibliografia

http://www.susep.gov.br
http://cnseg.org.br/
http://www.previdencia.gov.br/

Tiago Reis

Formado em administração de empresas pela FGV, com mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, foi sócio-fundador da Set Investimentos e é fundador da Suno Research.