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    PGBL e VGBL: conheça essas dois tipos de previdência privada

    PGBL e VGBL: conheça essas dois tipos de previdência privada

    O PGBL e VGBL são duas modalidades de investimento que muitas pessoas já ouviram falar. Todavia, há inúmeras dúvidas sobre quais delas é a melhor opção para se construir um plano de previdência privada.

    Essa dúvida é bastante pertinente tanto para investidores quanto para pessoas que desejam aposentar-se sem depender do INSS. Nesses casos, o PGBL e VGBL podem ser uma alternativa de investimento.

    O que é PGBL e VGBL?

    PGBL e VGBL são as duas principais maneiras de investimento em aposentadoria privada existente no Brasil. Para decidir por qual dessas aplicações optar é fundamental levar em consideração a maneira como a pessoa declara o Imposto de Renda.

    A sigla PGBL significa Programa Gerador de Benefício Livre. Essa é uma modalidade indicada para quem faz a declaração de Imposto de Renda completa. Pois, é possível abater da base de cálculo do IR até 12% do total da renda bruta tributável.

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    Contudo, é importante salientar que para usufruir desse benefício é preciso que o contribuinte esteja contribuindo regularmente com o INSS.

    Já o VGBL é a abreviação de Vida Geradora de Benefício Livre. Essa é uma modalidade de previdência privada mais indicada para quem opta pela declaração simplificada do Imposto de Renda.

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    Entendendo a tabela regressiva do IR

    Para quem deseja investir em PGBL ou VGBL é fundamental conhecer a tabela regressiva do IR. Pois, ela é uma das principais determinantes sobre o investimento feito em ambos os casos.

    Na prática a tabela regressiva funciona assim: quanto maior for o tempo de resgate do plano de previdência menor será o valor da alíquota do imposto sobre o montante resgatado.

    Para quem resgata o valor em 2 anos por exemplo a alíquota do imposto é de 35%. Já, para quem resgatar o valor em 10 anos a alíquota cai para 10%. Dessa maneira fica fácil visualizar que o investimento em ambos os casos devem ser de longo prazo.

    Também é possível optar pelo regime progressivo. Nesse caso a alíquota de tributação se dá igual à de salários e rendimentos. Ou seja, quanto maior for o valor do resgate, maior será a alíquota.

    Assim sendo, se a pretensão é criar um investimento para longo prazo o ideal é optar pela modalidade regressiva do IR. Já se a intenção é resgatar o valor em um prazo mais curto de tempo o modelo progressivo pode ser mais indicado.

    Vale a pena investir em PGBL e VGBL?

    Essa é uma pergunta bastante comum entre as pessoas que desejam construir um plano de previdência privada. Essa é uma das modalidades disponíveis no mercado e possui vantagens e desvantagens.

    Como qualquer investimento, é importante analisar todas as suas características e verificar se é uma opção adequada para seu perfil.

    É importante ressaltar que ele não é a única maneira de construir uma aposentadoria. Existem outros caminhos que podem ser seguidos, como por exemplo o investimento em ações com o foco em dividendos.

    Foi possível saber mais sobre PGBL e VGBL? Deixe suas dúvidas nos comentários abaixo.

    Tiago Reis
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